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Domingo, 30 de Setembro de 2007

O aquecimento global

As recentes catástrofes climatéricas puseram na ordem do dia a questão das relações do homem com a natureza. Tem sido a forma "ecologista" de colocar o problema a adoptada pela "comunidade internacional". Mistura-se tudo e a conclusão só pode ser uma: que todos paguem o que só a alguns (poucos)  beneficiou.

A harmonia entre o homem e a natureza, que só a conjugação do conhecimento científico com uma verdadeira democracia e a massificação desse conhecimento podem providenciar,  às urtigas! É o que se prepara escondido atrás de belos discursos. Nada de democracia popular, nada de massificação do conhecimento científico, tudo para a criação de paraísos para uns poucos e miséria para todos os outros.

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Sábado, 29 de Setembro de 2007

POR TRANSPORTES PÚBLICOS SEGUROS, CÓMODOS, RÁPIDOS E BARATOS PARA O POVO!

           Encontra-se, a administração dos STCP, muito feliz com o serviço que essa empresa presta aos passageiros na área da sua concessão, nomeadamente após os “ajustes necessários” à “nova rede” (agora já com nove meses). Sonharam, com certeza, e tomaram os seus sonhos pela realidade. Ou então, o que é bom para eles, não é bom para os passageiros.

Mas se a felicidade grassa na administração dos STCP porque tem a opinião de que não existem problemas de segurança, comodidade e rapidez, já a felicidade das administrações do Metro e da CP é realizada de forma diferente: com a “pulverização” de máximos na quantidade de passageiros transportados num só dia (claro que esquecendo as condições precárias de segurança e conforto em que os passageiros são transportados quando tais máximos se verificam). Temos, portanto, as três principais empresas de transporte público de passageiros na área metropolitana do Porto felizes com o serviço que prestam. Os TIP, na cúpula, também.
Se isto é a frente, a traseira da felicidade é muito mais obscura e envolve outras entidades: autarquias e, principalmente, o governo. São estes os reais responsáveis da situação do transporte público na AM do Porto: são eles os decisores em cozinhados pouco claros; as administrações das empresas, os executores. Às vezes, em arremedos de táctica, queixam-se das condições que lhes são dadas ou teatralizam zangas, outras vezes seguem inflexíveis na execução do mandato governamental pelo qual são principescamente pagos (talvez seja essa a verdadeira razão da sua actual felicidade).
O reverso da medalha é bem triste. À exigência popular de um sistema intermodal de transportes que diminuísse os tempos de espera nos pontos de interface e baixasse o preço do transporte, responderam, com uma birra, com o plano em curso que visa obrigar todos os passageiros, mesmo aqueles sem a necessidade anterior de intermodalidade, ao pagamento duma intermodalidade que não os serve (hoje, muitos dos passageiros do Metro que só andam de Metro, amanhã, querem eles, os passageiros de qualquer transportador), e, ainda pior, como o prova a “nova rede” dos STCP, a uma inflação de transbordos com o consequente aumento geral dos tempos de espera. Ou seja, conseguiram transformar uma coisa boa numa coisa má. Foram para isso os seus “estudos”, para verem a melhor forma de dizer que realizam a vontade popular, fazendo exactamente o oposto.
O mesmo poderíamos dizer da zonagem: as zonas pequenas criadas não corresponderam a menores preços, pelo contrário foram estudadas especialmente para que a maior parte dos passageiros tenha que atravessar várias zonas e assim pague mais caro. O conforto no Metro e nas paragens de superfície é o que se sabe. A frequência da maior parte das linhas dos STCP é estudada para andarem abarrotadas. Entretanto “esquecem-se” (porque é preciso estar constantemente a lembrá-los) que quando estabelecem uma paragem, têm de providenciar abrigo para os passageiros e a segurança dos mesmos. Tudo em nome da eficácia. Tudo às avessas dos interesses dos passageiros.
Eis algumas das razões que nos levam a concitar os cidadãos da área metropolitana do Porto a participar no protesto promovido pelo MUT-AMP dia 1 de Outubro, na praça da Batalha, às 18 horas.
 
ABAIXO O GOVERNO SÓCRATES/CAVACO!
POR TRANSPORTES PÚBLICOS SEGUROS, CÓMODOS, RÁPIDOS E BARATOS PARA O POVO!
PELO CONTROLO POPULAR E DEMOCRÁTICO SOBRE AS EMPRESAS PÚBLICAS!
 
Todos ao Protesto na BATALHA!
(convocado pelo MUT-AMP)
1 de Outubro, às 18 horas
Org. Reg. do Norte do PCTP/MRPP
29 de Setembro de 2007
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

Holligans

Para um observador exterior só poderia ser motivo de chacota caso a situação não fosse grave. Mas é.

O caso é o seguinte: governos que reprimem no seu próprio país manifestações ilegais, e onde até mesmo manifestações legais são fortemente reprimidas caso sejam promovidas por quem quer melhorar o mundo, uniram-se para exigir que uma ditadura militar de um outro país premita a realização de manifestações ilegais. Ridículo...mas perigoso. É o espírito holligan a instalar-se na política: só vê faltas nas faltas do adversário, muitas vezes onde não chega a haver falta, enquanto não vê qualquer falta nos jogadores da sua equipa mesmo que estes partam as pernas ao adversário. Justiça às urtigas!

Não que apoiemos ditaduras militares, muito menos as corruptas e retrógradas, muito pelo contrário, mas também não apoiaremos os esforços de assassinos sanguinários de milhões para substituir essa ditadura por uma outra de igual jaez, antes temos a certeza que o povo com a sua luta, mais cedo ou mais tarde, derrubará essa ditadura e não se deixará iludir por falsos amigos que afinal só querem perpetuar a opressão com palavras de democracia (tipo Iraque ou semelhante).

Vem isto a propósito da crise em Myanmar. Vem isto a propósito de se saber que lá se encontram grandes jazidas de gás natural e de petróleo. Vem isto a propósito do assassinato a sangue frio de 12 palestinianos que nem sequer estavam a participar em manifestações ilegais. Vem isto a propósito da hipocrisia americana e europeia. O que os move afinal? O que propagandeiam?

 

ABAIXO O IMPERIALISMO!

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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

Como é? rigor?!!

Parece que é a própria câmara do Porto que infringe as leis que aprova. O "rigor", quando aplicado pelo PSD, tem dessas coisas. É para exigir em casa alheia, não na própria. Vastas áreas do Parque da Cidade são para impremeabilizar quando outros interesses se levantam. As promessas das campanhas eleitorais do actual presidente (na altura defensor intransigente do Parque da Cidade, de tal forma, que esse espaço foi objecto de numerosas acções de propaganda) esqueceu-as agora. Não é caso isolado. As promessas aos moradores pobres dos bairros sociais nunca foram cumpridas. E falta tudo para a cidade do Porto ser uma cidade de progresso e bem-estar. O que tem sido feito não chega ao mínimo exigível e em muitos casos o caminho foi o inverso daquele que deveria ter sido seguido.

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Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

Liberalismo, para onde vais?

Afinal o liberalismo não é tão bom como o pintavam, isto nas próprias palavras dos defensores do liberalismo. Afinal a intervenção dos estados é necessária para acabar com a desordem  dos mercados monetário e financeiro, concluiram juntos o BCE e o FMI. 

Nada que não tivessem feito anteriormente, mas sem o confessarem. Claro que nada de democracia, mas sim com a continuação da "independência" das referidas organizações mafiosas e também dos governadores dos bancos centrais.

A verdade é que os estados de ditadura capitalista nunca se eximiram a entrevir nos mercados e de atirar o liberalismo às urtigas sempre que tal se afigure necessário aos interesses comuns da classe que defendem.

É a luta de classes a insinuar-se e a mostrar a sua existência apesar de nas suas teorias a negarem e a terem enterrado. Mas de nada lhes valerão as intervenções como é provado pelos resultados: as consequências das "injecções" de liquidez limitaram-se aos dois dias subsquentes a cada uma delas, as consequências da baixa da taxa de juros do banco central americano (FED) na reanimação do mercado bolsista limitaram-se a um só dia e no mercado monetário ao início da demonstração da verdade quanto ao valor do dólar americano.

De nada lhes serve negar a realidade da crise sistémica do capitalismo. Ele está podre e só sobreviverá atirando para a fome, para a miséria, para a morte e para a guerra a grande massa da humanidade.  É preciso derrubá-lo e quanto mais depressa melhor.

Atrasos significarão apenas novas guerras, novas fomes, novas carnificinas, novos saques. Aliás já os preparam afanosamente, por exemplo no Irão mas também noutros locais, para se salvarem. Opunhamo-nos!

 

ABAIXO O CAPITALISMO!

O SOCIALISMO É A ÚNICA VIA PARA O PROGRESSO!

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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2007

Traiçoeiros

Em novo ressurgimento, agora parecendo ser para valer, a questão da regionalização recruta novos, mas revelhos, apoiantes. É que agora, segundo dizem, é um projecto sério (bastando para essa seriedade, à falta de qualquer outro argumento válido, fazer parte dos planos do PS). Este partido de vendidos, faz-se caro, embora quase todos os seus membros de gabarito venham a escrever artigos de opinião ou a contratar entrevistas nos órgãos de informação onde defendem que a regionalização é a panaceia para os males do Norte e do país.

O exemplo, dizem, é a Galiza, mas cuja independência não apoiam, apesar de o seu grande motor para a regionalização, em conjugação com igual motor no País Vasco e na Catalunha, ter sido precisamente a luta pela independência face a Castela. Querem comparar o incomparável e com isso enganar os portugueses.

Querem escusar-se das suas culpas pela má governação do país atirando essas culpas para um "centralismo" sem cor nem responsáveis (que são eles próprios).

Como nunca nos cansamos de dizer o problema não está no "centralismo" mas na política que o governo prossegue, a divisão do país em regiões políticas apenas acrescentará o problema dos governos regionais ao problema do governo central porque esses governos regionais irão prosseguir a mesma política, serão mais um obstáculo à compreensão da realidade, mais um sorvedouro de recursos e uma forma de dispersão de meios que é necessário concentrar para que o desenvolvimento do país seja possível.

A tagarelas do tipo regionalista tem-se que dizer: a vossa barulheira é cara e, se resultar, ainda mais cara nos vai ficar em meios materiais e em atraso. Aliás, os preparativos que estão a fazer nesse sentido, golpeando as costas dos eleitores que dizem tanto prezar, já nos estão a custar caro e antes parecem medidas centralizadoras para além de irracionais em muitos domínios (como dividir a bacia hidrográfica do Douro por duas regiões).

Estar contra a regionalização que afanosamente o governo prepara em actos traiçoeiros e em propaganda é a única posição que interessa à classe operária defender. Por isso é a nossa posição.

 

ABAIXO O GOVERNO SÓCRATES/CAVACO!

CONTRA A REGIONALIZAÇÂO!

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Domingo, 23 de Setembro de 2007

Ricos...

Segundo a imprensa, a maior parte dos ricos portugueses conseguiram durante o ano passado duplicar a sua já enorme riqueza. Isso é apresentado pelos comentadores e até pelos governantes portugueses com um certo orgulho (já estão x portugueses na lista dos mais ricos do mundo) e como o resultado dos seus superiores engenho e inteligência.

 

Foram, contudo, esses mesmos comentadores e governantes, "incapazes" de nos elucidar em que é que se revelou essa tal superioridade de engenho e inteligência. E foi em  coisas simples, como, por exemplo, em fazer aprovar o código de trabalho em vigor.

 

Afinal de contas força bruta em vez de engenho e inteligência. Pois, por exemplo, o primeiro dessa lista de ricos, utilizando as possibilidades legais que esse instrumento lhe dá, obriga os trabalhadores que lhe vendem a força de trabalho, pelo menos os do Modelo e os do Continente, a emprestarem-lhe durante um ano a juros zero, o valor das horas extraordinárias. Ou seja, obriga os trabalhadores a fazerem horas extraordinárias quando lhe convem, não lhes paga com o argumento que as irá compensar em tempo, coisa que raramente faz até ao final do ano (quase nunca a pedido do trabalhador, às vezes por "conveniência do serviço" mas vários meses após), altura em que, finalmente, faz o acerto de contas. Tudo legal, tudo com a força da lei do seu lado e, se caso for, também com o braço armado dessa lei do seu lado.

 

Segundo alguns, entre os quais o actual e o anterior governo, é esta a flexibilidade que salvará o país e que lhe dará competividade, mas na verdade só lhe dará uns quantos nomes na lista dos mais ricos do mundo e a pobreza, a repressão, a doença e a miséria do povo.

 

ABAIXO O GOVERNO SÓCRATES/CAVACO!

REVOGAÇÃO DAS MEDIDAS GRAVOSAS DO CÓDIGO DO TRABALHO!

AUMENTO GERAL DE SALÁRIOS PARA OS TRABALHADORES!

PELA SEMANA DAS 35 HORAS!

PELO DESENVOLVIMENTO E PROGRESSO DO PAÍS!

 

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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

MRPP

Num momento em que, tanto a nível nacional como a nível internacional, as condições objectivas para o desenvolvimento do comunismo se consolidam, é também um momento em que o partido comunista precisa, mais do que nunca,  ter, o que ainda não tem, uma táctica e uma estratégia indubitavelmente vitoriosas a bem do progresso da humanidade e da sociedade.

Foi num momento semelhante que o MRPP surgiu, faz hoje 37 anos, assumindo para si essa tarefa. Cabe-nos a nós, militantes comunistas do PCTP/MRPP, cumpri-la.

Eis o que significa comemorar o 18 de Setembro.

Todos à Fil, no parque das nações em Lisboa, hoje às 20 horas.

Ao combate, camaradas!

 

VIVA O COMUNISMO!

VIVA A REVOLUÇÃO!

 

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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

Por uma outra política agrícola!

Manifestam-se hoje no Porto agricultores portugueses, galegos e europeus na exigência de uma outra política agrícola comum e na afirmação da vontade de produzir para o desenvolvimento do mundo rural.

A oportunidade é a reunião informal dos ministros da agricultura da UE a decorrer no âmbito da presidência portuguesa dessa união e onde os mesmos acertam agulhas no prosseguimento da “modernização” do mercado dos produtos agrícolas, de costas voltadas para o povo dos campos, mas de frente para os interesses das grandes companhias e dos grandes distribuidores.

Os pequenos agricultores revoltam-se porque hoje estão pior que ontem e amanhã ainda estarão pior que hoje. Estão a ver-se obrigados a abandonar as suas terras, de facto, a ver-se espoliados. Para ajudar, os serviços de saúde, as escolas, os serviços públicos, em geral, encerram nos meios rurais em consequência das políticas governamentais, tornando ainda mais difícil a vida nos campos e o seu despovoamento uma certeza.

Dizem-nos os ministros que apesar da população a trabalhar na agricultura em Portugal ter diminuído fortemente nos últimos anos, ainda assim e consequência das diversas PAC’s, o produto agrícola aumentou, mas esquecem-se de dizer que nada se caminhou, pelo contrário recuou-se, na soberania e segurança alimentares do povo português.

Entretanto prevê-se, desde já, e é até objecto da hipócrita “preocupação” dos ministros, um aumento incontrolável dos preços dos bens alimentares de primeira necessidade função das novas políticas energéticas que incluem objectivos de produção de bio-combustíveis. Neste capítulo, a diminuição do número de anos de pousio obrigatório proposta, não chega a ser uma aspirina para ocorrer ao cancro do doente, e poderá ser até um veneno, pois terá consequências na degradação dos solos. Mas sim, a posição política dos agricultores de priorizar a produção de alimentos em detrimento de qualquer outra produção, essa sim, poderá minimizar o problema.

Outras reivindicações dos agricultores, para além das já descritas, são colocadas e o PCTP/MRPP igualmente as apoia. E apoia principalmente a vontade de organização dos agricultores no sentido de assegurarem a produção eficiente de alimentos e o controlo dos circuitos de distribuição, diminuindo os transportes e, tanto quanto possível, a refrigeração.

Por todas estas razões o PCTP/MRPP concita os operários e restantes trabalhadores portugueses a apoiarem as reivindicações dos agricultores.

 

TODO O APOIO AOS AGRICULTORES!

POR UMA OUTRA POLÍTICA AGRÍCOLA!

ABAIXO O GOVERNO SÓCRATES/CAVACO!

 

Org. Reg. do Norte do PCTP/MRPP

17 de Setembro de 2007

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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

Só os trabalhadores podem vencer a crise!

A propósito de uma “reunião informal” dos ministros das finanças e dos governadores dos bancos centrais dos países da UE no Porto.

 

Depois de passeio turístico “de trabalho” no Douro e farto repasto oferecidos pelo governo português às diversas comitivas, sem olhar a despesas e para justificar os milhões orçamentados para a presidência da UE em tempos em que se reduz o valor das reformas dos trabalhadores, os funcionários são despedidos, se quer aplicar a flexi-segurança nos empregos, etc., tudo “para os tornar sustentáveis no futuro”, vão, os ministros e os governadores, finalmente discutir e assentar as estratégias da propaganda no que respeita à crise que, inexorável, se insinua nos mercados monetário e financeiro mundiais. Claro que para tudo dar certo em termos de propaganda, teve de ser precedido por oferta de jantar, na véspera, aos representantes da imprensa, também à conta do contribuinte.

O que nos irão dizer, já nós sabemos, e é o mesmo, eventualmente com algum cambiante, que nos têm dito até aqui: que existe um problema de “nervosismo” dos mercados que é preciso conter, que os mercados acalmarão com as medidas tomadas, que existe um risco acrescido para as diversas economias mas que no futuro tudo retomará o seu caminho e as outras vacuidades do costume.

O que estão a fazer, também: a “injectar”, quase que diariamente, dezenas de milhões de euros (anteriormente inexistentes para o financiamento do desenvolvimento ou para debelar o défice público português, por exemplo, mas agora surgidos do nada) nos mercados financeiros.

As consequências, é que, nos são escondidas, ou quanto muito, apenas afloradas. Escondem-nas porque os denunciam como simples mandaretes dos detentores do capital financeiro, dispostos a usar os meios públicos para salvar esses mesmos detentores da bancarrota. Escondem-nas porque as suas actuações não resolvem a crise, apenas a adiam e a aprofundam. Escondem-nas porque se querem limpar das suas responsabilidades no agravar da miséria do povo. Escondem-nas porque a decisão é sobre a forma como as classes proletárias vão sofrer, se de desemprego, se de inflação ou das duas coisas juntas e não sobre uma verdadeira solução para a crise. Escondem-nas na esperança vã de que não nos revoltaremos e que vamos engolir todas as suas mentiras.

Ao contrário da burguesia e dos seus governos, nomeadamente o actual, que só sabem colocar sobre o povo as consequências das crises por si provocadas, a classe operária sabe que é a única com uma solução duradoura para esta e para todas as crises.

SÓ OS TRABALHADORES PODEM VENCER A CRISE!

SE OUSARMOS LUTAR, OUSAREMOS VENCER!

O SOCIALISMO É A ÚNICA VIA PARA O PROGRESSO!

ABAIXO O GOVERNO SÓCRATES/CAVACO!

 

Org. Reg. do Norte do PCTP/MRPP

14 de Setembro de 2007

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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

18 de Setembro

37º Aniversário da fundação do MRPP

18 de Setembro - 20 Horas

Local: Restaurante da Fil - Parque das Nações

Inscrições -10 Euros

Telefones:

919 879 820
965 240 929
917 718 453
 

SEM IDEOLOGIA REVOLUCIONÁRIA,

NÃO HÁ PRÁTICA REVOLUCIONÁRIA


Não Faltem! A situação do País e do Mundo tem dado razão às nossas posições
políticas.

É necessária a nossa acção em toda a parte, é necessário "escreviver" a nossa história.
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

Tantas voltas para justificar pretensões imperialistas

Depois de, em mais uma reunião informal de ministros europeus desta feita de "Assuntos Gerais e Relações Externas", terem concertado estratégias de propaganda para enganar os cidadãos europeus quanto ao "tratado constitucional" agora chamado "reformador" e talvez "de Lisboa" e afastá-los de qualquer decisão sobre a matéria nomeadamente impedindo a realização de referendos sobre esse mesmo tratado, os ministros europeus dos negócios estrangeiros (é certamente estranho e incoerente, para quem defende a UE, que sejam exactamente os ministros dos negócios estrangeiros e não, por exemplo, os ministros  da administração interna ou os primeiros ministros a tratar de um tratado que visa alterar a vida e as relações internas dentro de cada estado, dos cidadãos europeus) puseram a perorar em seu nome, sobre a "unidade" dos países da UE a propósito do Kosovo, o ministro português. Apesar do ênfase dado à unidade, acabou por se ficar sem saber em torno de quê se verificou tal unidade dada a vacuidade das palavras do ministro. Pelos antecedentes será uma unidade em torno do rasgar dos compromissos assumidos recentemente por alguns dos países que hoje formam a UE com a Sérvia (aquando do início da invasão da Sérvia pela NATO) e por todos os países que constituem hoje a UE com a ONU quando aderiram a essa organização. Só nessa base, a de estarem a ser postos em causa princípios anteriormente subscritos por todos, se compreenderá a necessidade da afirmação da unidade. Aliás, a manutenção de forças militares de países da UE, incluindo Portugal, na ocupação de parte do território sérvio, no suporte à limpeza étnica verificada na parte do território desse país ocupada militarmente e na entrega desse território nas mãos de um bando de traficantes, são já prova física desse rasgar de compromissos solenemente assumidos (com assinaturas, discursos e pompas) .

Mas não chegou ao nosso ministro fazer figura de palerma, papagueando um discurso vazio, teve de servir, mais uma vez, de pombo-correio de más notícias para o povo palestiniano e boas notícias para os sionistas: o apoio da UE aos esforços de "paz" dos sionistas. Esqueceu-se foi de nos dizer que tipo esforços são esses pela paz: são do tipo esforço pelo genocídio do povo palestiniano, afinal de contas a paz dos cemitérios (e das valas-comuns) para a qual os EUA estão desde já contribuir com a atribuição ao estado sionista de 30 mil milhões de dólares em armas do último grito.

 

EXIJAMOS O REFERENDO SOBRE O TRATADO REFORMADOR!

REGRESSO DOS SOLDADOS PORTUGUESES PRESENTES NO ESTRANGEIRO!

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Domingo, 9 de Setembro de 2007

O Metro do Porto subsidia interesses privados

Foi esmagado o anterior máximo de transporte de passageiros num só dia pelo Metro do Porto, ufanaram-se as Relações Públicas da referida empresa, ao anunciarem os resultados comerciais da exploração do transporte do passado dia 1. Com isso também as receitas bateram o máximo.

Esqueceram-se foi de dizer que, em simultâneo, a qualidade do serviço prestado atingiu o seu mínimo: não só os passageiros transportados pareciam "sardinhas em lata" como durante a semana antecedente e no próprio dia 1, os detentores de títulos mensais de Agosto e Setembro, abarcando as zonas C1 e S8, viram "fortes condicionamentos à circulação" (usando as próprias palavras do aviso sonoro) na linha D que liga o Porto a V. N. de Gaia.

Ou seja, apesar de terem pago integralmente o seu título de transporte antecipadamente, os passageiros com passe tiveram que se sujeitar aos "fortes condicionamentos à circulação" para benefício dos interesses comerciais de uma empresa privada de bebidas excitantes. E para o Metro tudo isto é uma oportunidade de negócio e não uma preocupação quanto ao serviço que é suposto ser obrigado a prestar. 

Portou-se como meretriz: disponibilizou-se para fazer tudo o que a dita empresa lhe pediu, desonrando por completo as obrigações que havia antes contraído com os detentores de "passe". Nesta atitude teve o suporte do próprio governo, através de um secretário de estado, que "fez tudo",  nas suas próprias palavras (não tendo esclarecido o significado desse tudo), para trazer o evento ao Porto.

Convem dizer que esta é a atitude geral (ou seja a política comercial) do Metro: subsidiar interesses comerciais privados com o valor das indemnizações compensatórias e dos títulos de transporte dos passageiros. Ele é descontos iguais ao valor das viagens de Metro no preço dos bilhetes para eventos de diversa natureza, ou em consultas em dadas clínicas. Ou seja o Metro dispõe-se a transportar de graça os passageiros desde que estes vão a determinados locais. Este "de graça" para dadas viagens, na verdade corresponde a preços caríssimos para os passageiros habituais que têm que suportar não só o custo da viagem que realizam como, parcialmente, das "borlas" que o Metro oferece para benefício de entidades privadas. A outra parte dessas "borlas" é suportada pelo contribuinte através das indemnizações compensatórias que têm uma componente proporcional ao número de passageiros transportados.

E são este tipo de acções, de empresas de serviço público, as incensadas pelos actuais autarcas!

 

Temos de correr com eles! Com os autarcas, com os gestores e com o governo.

 

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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

A senda do BCE

Continuando, como era de esperar, na mesma senda que o capital financeiro lhe traçou, o BCE, na sua última reunião, decidiu injectar mais umas dezenas de milhar de milhões de euros no sistema monetário. São mais umas dezenas de milhar de milhões de euros a somar às vários centenas de milhar de milhões recentemente injectadas e que, salvando alguns bancos da bancarrota por um lado, vão, por outro, alimentar uma inflação nascente, senão imediatamente pelo menos a prazo. Não que a massa monetária em circulação tenha, por si, uma relação directa com os preços das mercadorias, mas porque é a condição que faltava aos capitalistas para porem em marcha  a via da desvalorização massiva dos salários com o imposto sobre o trabalho que é a inflação.

Para ajudar à festa o BCE não se ficou pela "injecção". Manteve a taxa de juro de referência inalterada apesar de ter observado "tensões inflacionistas" nos mercados. Quer dizer, a anterior lenga-lenga de que o mandato da presidência do BCE, sempre referido a propósito do pacto de estabilidade e crescimento e da necessidade de conter o défice das contas públicas portuguesas abaixo dos 3% do PIB, era conter a inflação, esfumou-se à primeira constipação dos patrões. Agora se vê como o capacho Guterres, o capacho Barroso, o capacho Santana e o capacho Sócrates foram fazendo e bem, o trabalho que o capital lhes encomendou, colocando numa posição de super-dependência a economia portuguesa. Depois de termos pago o défice, não virá o almejado desenvolvimento sustentado, o que virá é uma nova conta para pagar. E com a mesma origem.

Mas se a senda do BCE é essa ela vai dar a um lugar e esse lugar é a crise, não só monetária e financeira, mas de todo o sistema capitalista.

 

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NACIONALIZAÇÃO DE TODA A BANCA!

UE FORA DE PORTUGAL!

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