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Sábado, 31 de Janeiro de 2009

Um programa

Cada dia que passa é mais um dia em que se acrescentam motivos para  o desencadear da revolta popular. Há 118 anos foi a subserviência da coroa face à arrogância do imperialismo britânico que desencadeou a revolta popular no Porto. Inconsequente, mas esperançosa para os corações dos cidadãos ansiosos de liberdade. Hoje, o que será?

A arrogância do imperialismo é a mesma, a opressão sobre o povo a mesma mas ainda mais refinada e a esperança do povo ainda não morreu nem nunca morrerá. Procura apenas uma direcção segura e consequente, um programa que o leve à vitória. E esse programa, temos a certeza, é o programa da classe operária.

O POVO VENCERÁ!

publicado por portopctp às 23:33
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Domingo, 25 de Janeiro de 2009

A actual luta dos professores

A luta que os professores portugueses travam actualmente contra o Governo Sócrates e as suas políticas educativas, é, inquestionavelmente, a mais importante de todas as que foram empreendidas até hoje por esta classe profissional, sendo que a sua importância ultrapassa em muito os interesses particulares da mesma classe.

Para além das reivindicações específicas presentes neste combate político, existe no mesmo uma preocupação central, que é a de preservar o que existe ainda de propriamente humano no seu trabalho docente e nas relações sociais mobilizadas para a actividade educativa. Isto significa que do outro lado, do lado do Ministério da Educação e do Governo, a preocupação central presente nas respectivas políticas é a de desumanizar o acto e a relação educativa, tornando o professor e o seu trabalho num simples apêndice das "novas tecnologias", essas sim, destinadas a ocupar o lugar central na vida das escolas.

Os professores estão hoje a ser alvo de um processo de proletarização semelhante àquele a que foram sendo sujeitos, ao longo da história do capitalismo, os trabalhadores nos demais sectores produtivos. Assim, da mesma forma que estes últimos viram a sua força de trabalho ser transformada numa simples mercadoria, possuindo um valor relativo inferior ao da máquina que os emprega e sem outra função que não seja a de acompanhar o ritmo desta, também os professores estão a ser submetidos ao mesmo processo de esvaziamento da sua dignidade humana enquanto profissionais e enquanto trabalhadores.

Na verdade, o denominador comum de todas as medidas políticas que foram sendo adoptadas pelo actual Governo relativamente aos professores, é o da tentativa de destruição sistemática da profissão docente, tal como tem existido até hoje. O facto de essa destruição, como surge consubstanciada nas medidas do Governo, se fazer pela via do achincalhamento, da ofensa, da prepotência e da ausência de qualquer respeito, mínimo que seja, pela dignidade dos professores, só vem confirmar que é a mesma lógica de exploração e de opressão que existe nas demais actividades produtivas, aquela que se pretende agora impor na actividade educativa.

Que não restem dúvidas. A luta actual dos professores portugueses é uma luta anticapitalista avant la lettre. São efectivamente os interesses subjacentes a poderosíssimas indústrias voltadas para a exploração lucrativa da actividade educativa, aqueles que impulsionam a acção do Governo Sócrates neste sector. Por circunstâncias muito particulares, a que não é alheia a condição subalterna e "terceiro mundista" a que as classes dominantes em Portugal submeteram o país relativamente aos centros do capital internacional, as políticas educativas do Governo actual foram conduzidas com tal carácter de urgência e precipitação que, em lugar de os seus executantes lograrem explorar divisões no seio dos professores para as impor, permitiram antes que fosse construída, entre esses mesmos professores, uma unidade na luta que, apenas um ano antes, seria completamente impensável.

Deste modo, por razões conjunturais, mas também por razões estruturais relacionadas com a importância que a indústria educativa começa a ter no funcionamento global do capitalismo, os professores portugueses encontram-se hoje num lugar de destaque na luta dos trabalhadores portugueses contra o Governo Sócrates, podem mesmo forçar a demissão desse Governo e devem aliás fazê-lo. O mais importante nesta emergência é, contudo, a consciência política que é crucial seja adquirida sobre a real natureza desta luta. As "novas tecnologias" aplicadas à actividade educativa devem servir para humanizar e não para escravizar o trabalho, quer dos professores quer dos alunos. O objectivo da humanização do trabalho é, doravante, o traço de união entre a luta dos professores e a luta de todos os trabalhadores portugueses. A ligação entre a educação e o trabalho numa base humana e de progresso é, no fim de contas, o programa de transformação da educação portuguesa que há que contrapor ao programa de transformação capitalista da actividade educativa, o qual tem no Governo, no Presidente da República e nas classes dominantes do país, em geral, fiéis intérpretes e executantes.

Que os professores portugueses saibam estar à altura da importância do seu combate político, e que os demais trabalhadores portugueses saibam compreender que a luta actual dos professores é já uma componente indissociável do seu movimento geral contra o sistema de exploração capitalista e por uma alternativa revolucionária a esse sistema!

 

Lisboa, 21 de Janeiro de 2009

O Comité Central do PCTP/MRPP

publicado por portopctp às 22:05
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

O "suplemento"

Quando toda a gente estava à espera que o governo viesse propor uma revisão do orçamento para 2009 resultante da conclusão do primeiro ministro de que provavelmente já estaríamos  em recessão e que esta se prolongaria por todo o ano, veio o ministro das finanças, em  pose de grande autoridade e como se fosse uma questão de princípio, negar qualquer rectificação afirmando que iria apresentar, isso sim, um orçamento "suplementar". E explicou: não se trata de rectificar nada do orçamento que estivesse errado, mas sim de "acrescentar" o pacote de medidas "anti-crise" aprovado no conselho de ministros extraordinário de dia 14 de Dezembro, um Sábado (sublinhado do dito ministro), na sequência da autorização da véspera de Bruxelas, ao dito orçamento. E explicou melhor: rectifica-se orçamentos ou, quando não sendo possível realizar o que está programado com as receitas previstas, se altera o que se vai fazer ou, nessas mesmas circunstâncias, se alteram as receitas. E no caso, continuou a explicação,  o que se vai fazer é aumentar o dinheiro que se vai gastar e aumentar também o que se vai fazer. Que rica, necessária e adequada explicação!!!

Quando todos os números previstos pelo governo no orçamento aprovado relativos ao crescimento do PIB, do desemprego, do preço do petróleo etc. etc. estão errados (agora também já no entender do ministro), o défice para o ministro será o previsto e apenas há a acrescentar ao mesmo os 1280 milhões de euros das ditas medidas!!! 

Quando é que o ministro vai aprender a fazer contas?

publicado por portopctp às 23:42
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

A mesma razão

Nestes últimos dias ficou explicada a razão pela qual os alemães não viram o holocausto que decorria perante os seus olhos durante a segunda guerra mundial: os "nossos" jornalistas das televisões, em reportagem na Palestina, também não vêem o genocídio em curso perante os seus próprios olhos. Apesar do black out  total promovido pelo Tzahal e dos óbvios motivos do mesmo, toda "a minha gente" aceita como boa informação, a propaganda sionista.

É essa mesma razão que os faz esquecer de retratar soldados sionistas desarmados à chapada e à pedrada das suas sofisticadas armas de último modelo e postos em fuga por palestinianos de mãos nuas.

Parece ser essa mesma razão que os faz retratar como vítimas inocentes em vez de assassinos, os soldados sionistas que atiram a sangue-frio sobre pessoas desarmadas. Para esses "nossos" jornalistas, pedras nas mãos de palestinianos, são perigosas armas possivelmente de destruição massiva, cujos possuidores devem ser extreminados.

Na mesma onda, hospitais, universidades, habitações, escolas, portos pesqueiros, mercados, pequenas unidades industriais e oficinas, farmácias e todas as infrestruturas de suporte de vida são, no entender desses senhores, alvos militares legítimos desde que fiquem no território de Gaza e sirvam palestinianos. Já instalações militares, como o são todas as cidades sionistas em redor de Gaza, no mesmo douto entender,  essas já não são alvos legítimos. (Será que os "nossos" jornalistas não conseguem reconhecer que, quando estão nessas "cidades", estão de facto dentro de quartéis?)

Da mesma forma, o lançamento de mísseis artesanais por palestinianos, durante o cessar-fogo de dois anos sem causar qualquer vítima mortal  ou ferida entre os sionistas foram "violações claras do cessar-fogo", já o assassinato de mais de meia centena de palestinianos durante o mesmo período pelos sionistas, pelos vistos e dado o silêncio, não beliscou esse mesmo cessar-fogo. Igualmente silenciada é a permanência do cerco por terra, mar e ar a Gaza pelos sionistas durante esses mesmos dois anos em violação criminosa das condições do cessar-fogo acordadas.

Também as mais de 600 vítimas mortais e as mais de 3 000 vítimas feridas palestinianas, apesar das preocupações manifestadas pela Cruz Vermelha sobre as vítimas civis (devem ser, no entender desses doutos jornalistas, preocupações infundadas...), não passam de, na sua grande maioria (entre 75 e os 80%), militares (se as outras 20 a 25% são civis então estas devem ser militares), isto, apesar de, na Palestina, as únicas forças armadas existentes serem polícias e milícias civis (portanto, não existirem militares). Já do lado sionista os números, quanto às percentagens, invertem-se, apesar de todos os habitantes actuais das cidades atingidas serem militares no activo ou na reserva (o diabo dos Qassam foram logo acertar em civis! Serão escudos humanos? Não, não são, do lado sionista não há escudos humanos - afirmarão peremptórios os nossos jornalistas) .

O genocídio não pode passar! 

Levantemo-nos e exijamos:

 

DESOCUPAÇÂO INCONDICIONAL DE TODOS OS TERRITÓRIOS OCUPADOS POR VIA MILITAR POR ISRAEL COM O REGRESSO ÀS FRONTEIRAS ACORDADAS EM 1947!
DESMANTELAMENTO DA MOSSAD, JULGAMENTO E PUNIÇÂO DOS SEUS AGENTES PELAS DEZENAS DE MILHAR DE CRIMES COMETIDOS!
DESMANTELAMENTO DO TZAHAL, JULGAMENTO E PUNIÇÃO DOS SEUS CHEFES PELOS CRIMES DE GENOCíDIO E VIOLAÇÃO DAS LEIS DA GUERRA!
JULGAMENTO E PUNIÇÂO DOS CRIMINOSOS SIONISTAS, ALIADOS DOS NAZIS E CÚMPLICES NAS EXECUÇÕES DE JUDEUS DURANTE A 2ª GUERRA MUNDIAL!
DIREITO DE REGRESSO DOS REFUGIADOS!
INDEMNIZAÇÂO PELO ESTADO DE ISRAEL AOS ESPOLIADOS E ÀS FAMÍLIAS DOS ASSASSINADOS!
LIBERTAÇÂO INCONDICIONAL DOS DEZ MIL PRESOS RAPTADOS PELOS ISRAELITAS EM TERRITÓRIO ESTRANGEIRO!

NEGOCIAÇÃO DOS TERMOS DO RETORNO DOS HOJE ISRAELITAS AOS SEUS PAÍSES DE ORIGEM, COM DEVOLUÇÃO DO RESTANTE TERRITÓRIO DA PALESTINA AOS PALESTINIANOS!
DESONRA PARA O REINO UNIDO PELO NÃO CUMPRIMENTO DOS ACORDOS ESTABELECIDOS COM OS PALESTINIANOS!

publicado por portopctp às 23:28
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