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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

Honrar o 31 de Janeiro

Em 1891 foi o ultimato que revelou aos olhos do povo do Porto quão servil, face ao imperialismo britânico, era a monarquia portuguesa. A república transformou-se em esperança por uma manhã. Vã, é certo, mas esperança suficiente para fazer mover os homens que ansiavam libertar-se dos dois jugos: o jugo do imperialismo britânico e o jugo dos seus servos locais, a monarquia.

Complexificou-se o mundo e complexificaram-se as relações. A percepção clara da realidade tornou-se mais difícil. As cadeias da opressão tornaram-se mais subtis embora, em simultâneo, mais fortes. Mas, nem por isso,  o desejo de liberdade e a fúria que assola os corações contra a opressão esmoreceram. Falta apenas o desassombro e uma direcção segura e reconhecida. Todos os outros motivos já existem, mas o caminho ainda não é claro para a grande maioria. Esse o nosso trabalho: tornar claro o que a profusa propaganda burguesa obscurece.

Temos a certeza que um dia o caminho para a liberdade será trilhado pelos explorados e oprimidos e, aí,  honrar-se-á o 31 de Janeiro.

publicado por portopctp às 07:02
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16 comentários:
De portopctp a 15 de Março de 2008 às 13:25
O que relevamos do 31 de Janeiro e que comparamos ao momento politico presente é, por um lado, a atitude de subservência de ambos os regimes perante os imperialismos dominantes e, por outro, a necessidade popular, manifestada na tentativa revolucionária de 1891 e que hoje cada facto da luta de classes revela, de agir para se libertar da opressão.


De arnaldo_albergaria@yahoo.co.uk a 15 de Fevereiro de 2008 às 06:30
1. O 31 de Janeiro de 1891 foi mais um equívoco do que um marco que se deva honrar. Os portugueses têm a pecha de celebrar o que os divide, negligenciando os pequenos passos que poderão abrir as portas do futuro onde os princípios da Liberdade, Equidade e Solidariedade estejam assegurados.
2. Na referida data, havia em Portugal liberdade de expressão, liberdade de associação, liberdade de dispor da própria pessoa. Impunham-se reformas na organização do trabalho e na distribuição da riqueza, tal como nos nossos dias.
3. O imperialismo britânico de então procurava afastar os portugueses de África e a posição do rei e do governo, perante tal realidade, foi a de, através de esforços diplomáticos, atenuar as investidas dos ditos abutres, idênticas às que são, actualmente, perpretadas pelos falcões da EUA, na tentativa de controlo universal dos recursos naturais.
4. A mudança de instituições, cerca de vinte anos depois daquele equívoco; os ataques gratuitos à Igreja; o aumento da conflitualidade social, etc., deram origem a governos musculados que, em troca da ‘ordem’ nas ruas, durante mais de quarenta anos impuseram estilos de vida mediocres, poucos dignos para a população em geral.
5. Numa vivência democrática, sendo impossível consultar, para cada acto do governo, a opinião individual dos cidadãos, optou-se pela eleição de representantes das várias correntes de opinião popular que, tendo assento na Casa da Democracia, aí fiscalizam as medidas implementadas pelo governo, este formado de entre os seus membros residentes.
6. Todas as eleições, por similitude do que se verifica na selecção dos Deputados para o Parlamento, poderão ser consideradas democráticas, sempre que se verificar a maioria de metade mais um voto, mas desde que não subalternize o próprio parlamento, como acontece na eleição do Presidente da República que apenas existe para apoiar ou contrariar a maioria que se verifica no Parlamento, em contravenção com os princípios democráticos.
7. Discutir se a figura do rei é menos democrática do que a do presidente eleito é irrelevante, pelas razões expostas no parágrafo anterior. O importante é combater o capitalismo selvagem e o centralismo-democrático através do cooperativismo, para uma reforma moral e social da comunidade lusa, conforme propusera o meu correligionário António Sérgio.

Saudações cooperativistas,

Nau

P.S.: Como cooperativista, ateu e monárquico parlamentarista, apoio o PCTP/MRPP na pessoa de Garcia Pereira, cuja presença no Parlamento se torna, cada vez mais, imprescindível.


De Nuno Castelo-Branco a 31 de Janeiro de 2009 às 22:43
idem idem, aspas aspas...


De Nuno Cardoso da Silva a 10 de Fevereiro de 2008 às 23:44
Como monárquico e ao mesmo tempo filiado no PCTP/MRPP gostava de aproveitar a oportunidade para explicar a vantagem que a monarquia podia ter para Portugal. A monarquia como instituição, esqueçamos as pessoas que lhe dão rosto…

Como Michels já disse, há quase cem anos, a democracia resvala sempre para a oligarquia, e o que faz com que isso aconteça é a possibilidade da burguesia capitalista tomar conta do poder por via da corrupção dos políticos. O dinheiro – que a burguesia capitalista tem em grande quantidade - é uma coisa extremamente corrosiva e que consegue quase sempre permitir comprar os políticos. Em parte porque esses políticos são venais, mas sobretudo porque o dinheiro é essencial para ser bem sucedido nas eleições. Sem dinheiro não se é eleito, e o dinheiro para se ser eleito só está disponível nas mãos da burguesia capitalista. Esta dá-la-á aos políticos que aceitam tornar-se seus testas de ferro. E assim se instala a oligarquia, não se tendo até agora inventado maneira de evitar este processo.

Impedir a tomada do poder pela oligarquia endinheirada implica tirar à burguesia a fonte da sua fortuna, ou seja, tirar-lhe a posse dos meios de produção. Até aqui julgo que estaremos todos de acordo. Mas há outro meio que muito contribuirá para colocar os candidatos a oligarcas fora de jogo. É introduzir um elemento institucional que não seja corrompivel e que possa intervir para impedir que os sicários da burguesia ocupem as cadeiras do poder. É aqui que entra a figura do Rei. Não sendo eleito não precisa de dinheiro para se fazer eleger. Tendo um nível de vida elevado e garantido por toda a vida, não se deixará tentar por ofertas de dinheiro, de emprego, etc. Se esse Rei for instrumental na designação do Chefe do Governo, ele será um filtro praticamente intransponível à ocupação do poder pelos serventuários da oligarquia. É claro que para dar força ao Rei e garantir o cumprimento da sua função anti-oligárquica é preciso que haja laços institucionais muito fortes entre o Rei e o Povo.

Apesar de algumas fragilidades pessoais, a razão pela qual D. Carlos I foi assassinado foi exactamente porque a burguesia oligárquica via no Rei o principal obstáculo à sua tomada do poder. E as monarquias que subsistem na Europa foram neutralizadas politicamente, de forma a já quase não poderem exercer qualquer influência que impedisse a tomada oligárquica do poder.

Quando perguntavam a Rolão Preto o que era para ele a Monarquia, ele respondia: “É o Rei mais os sovietes!” O que, de forma muito sintética, traduz a ideia que acima resumi. Festejar a queda da monarquia em Portugal é celebrar o acontecimento que mais contribuiu para a tomada do poder pela oligarquia financeira.

Nuno Cardoso da Silva


De Sindicato Vermelho a 11 de Fevereiro de 2008 às 14:03
Não encontro uma única justificação válida para a existência da monarquia! Porque razão há-de ser o fulano A ou B o rei e não Eu, o Z ou o D? Só porque é filho de cicrano ou beltrano? Quem quiser "estar no topo" que se submeta a sufrágio (de cinco em cinco anos)!
Abaixo a monarquia
Viva a República


De Nuno Cardoso da Silva a 11 de Fevereiro de 2008 às 19:32
Não interessa quem é Rei. Interessa que haja alguém que não esteja sujeito ao poder corruptor do dinheiro, alguém que possa resistir a todas as tentativas de suborno por parte da oligarquia. O Marquês de Penalva afirmava, em finais do século XVIII, que o Rei era diferente para que todos os outros pudessem ser iguais. A República pode parecer mais democrática do que a Monarquia, mas a República está condenada a ver a democracia transformada em oligarquia, e a Monarquia não. De forma algo surpreendente, uma instituição não-democrática pode ser a melhor garantia de defesa da democracia. Vai contra tudo o que nos habituámos a defender, mas faz sentido... Mas não estou à espera que haja muitos leitores deste blog sensíveis a esta argumentação...


De Sindicato Vermelho a 12 de Fevereiro de 2008 às 14:22
Não interessa quem é (ou quem poderia ser) Rei?! Cavaco Silva, Rei? Mário Soares, Rei? Belmiro de Azevedo, Rei? É claro que interessa!
Pelas suas palavras o Rei não estaria sujeito ao poder corruptor do dinheiro,etc, etc. Não esteja tão seguro disso, já reparou que por esse mundo fora (e a nossa praça não é excepção), os maiores ladrões andam de fatiota toda janota e são pessoas endinheiradas?
E ainda, quer queira ou não, irá esbarrar sempre no seguinte: porquê este e não aquele? Para mim esta questão é fundamental para que a monarquia seja por mim rejeitada.


De Nuno Cardoso da Silva a 12 de Fevereiro de 2008 às 15:26
Pela parte que me toca o Rei até podia ser sorteado... E não se pense que ser Rei é um privilégio que muitos gostariam de ter. O Rei é um prisioneiro, sem vida privada. O que admira é que haja quem queira ser Rei... Mas do ponto de vista político um Rei com fortes laços com o Povo poderia ser a solução que há muito se procura. Temos é de ultrapassar o preconceito de que ser Rei é ser mais do que os outros, o que ofenderia o nosso sentido de justiça. Ser Rei é como ser abelha mestra: parece que todas as abelhas a servem mas é ela que serve o enxame, e nem sequer pode sair da colmeia...


De Sindicato Vermelho a 12 de Fevereiro de 2008 às 15:48
Já reparou que se o rei fosse sorteado poderia ser "tão mau" como um presidente da República? O que o leva a pensar que só pelo facto de ser rei seria um bom chefe de Estado, enquanto se fosse presidente da República seria uma espécie de mafarrico?


De Sindicato Vermelho a 12 de Fevereiro de 2008 às 16:15
E se o indivíduo A ou B pensasse que seria capaz de fazer melhor do que o Rei sorteado (ou lá o que fosse), e achasse que devia ser ele a governar? Iriam ver qual seria o genéticamente menos propenso à corrupção?!


De Nuno Cardoso da Silva a 12 de Fevereiro de 2008 às 18:14
A escolha de um Rei faz-se uma vez, e depois funcionam os mecanismos de sucessão. Só há necessidade de intervir de novo no processo se o Rei for um desastre ou morrer sem sucessores.

A vantagem de um Rei sobre um Presidente é que o Rei não tem ambições a satisfazer - teoricamente já está no vértice da pirâmide e já não pode subir mais - pelo que não é corruptível . O seu interesse é manter-se no trono, o que só pode fazer enquanto der satisfação à comunidade que o aceitou. Se o Rei tiver uma forte ligação popular a sua permanência no trono depende desse Povo, o que o levará a combater as forças oligárquicas. Por isso acho tão feliz a definição de Rolão Preto ("A Monarquia é o Rei mais os sovietes"), pois traduz essa ligação preferencial do Rei com o Povo, único sustentáculo do seu poder. É claro que isto é um bocado teórico, e a Monarquia pode falhar, tal como qualquer sistema político. Mas no campo das probabilidades, uma Monarquia popular parece ser o caminho mais seguro para uma democracia e uma sociedade sem classes - ou, se quisermos, uma sociedade em que a classe dominante está reduzida a uma pessoa...


De Sindicato Vermelho a 13 de Fevereiro de 2008 às 14:28
Cá está, o filho sucede ao pai! Voltamos ao mesmo: porquê o filho do rei e não o indivíduo A ou B? Só porque é filho do rei?! O que faz dele mais do que outro qualquer cidadão!? ... prefiro uma república com todos os seus defeitos.
Quem lhe disse que o rei não tem (ou não poderá ter) ambições a satisfazer?! Já viu que o Belmiro de Azevedo por exemplo, que apesar de ter tanto dinheiro, não quer deixar de ganhar cada vez mais! Parece-me que houve casos ao longo da história, em que reis "venderam" os próprios países (ou o próprio povo)!
Quanto àquilo que me diz relativamente ao rei depender do próprio povo, deixe-me que lhe diga, que o presidente da república também depende do próprio povo (quem o elege é o povo, apesar de poder fazê-lo mal).
Não me parece que a monarquia possa ser mais democrática do que a república.


De Nuno Cardoso da Silva a 13 de Fevereiro de 2008 às 15:40
O fulcro da questão é o seguinte: o que é mais provável? Que um Rei - que não é um arrivista - tenha como única ambição desempenhar bem o papel de árbitro institucional, não se deixando tentar por bens materiais (de que não necesita realmente)oferecidos pela oligarquia, ou, pelo contrário, seja uma pessoa sedenta de mais e mais poder, a ponto de vender a alma à oligarquia financeira? Embora a última não seja impossível, parece-me que a primeira é nitidamente mais provável. Por outro lado, um Presidente da República, sabendo que só deterá o poder durante um ou dois mandatos, poderá sentir-se mais tentado a aproveitar a ocasião para garantir um futuro endinheirado. O que não quer dizer que isso seja obrigatório, mas é nitidamente uma possibilidade e nem sequer muito remota.

Em teoria concordo que a República é mais racional, mas na prática acho que a Monarquia é mais eficaz como instrumento de preservação da democracia. Mas não é esta diferença de opinião consigo que me impedirá de colaborar com todo o entusiasmo para o sucesso do PCTP/MRPP, a única alternativa ética no nosso espectro político-partidário.


De Sindicato Vermelho a 14 de Fevereiro de 2008 às 13:04
Já reparou que na sua argumentação bastaria inverter nas frases as palavras "rei" e "Presidente da República" para que fosse uma argumentação favorável à República?
Já noutros meus comentários me referi (ou dei a entender) ao facto das pessoas se venderem, venderem os seus e ansiarem cada vez mais por mais poder, notoriedade,etc,etc (apesar de parecer que já não podem subir mais); assim, como também o senhor parece concordar, o rei não estaria imune à corrupção! Desta forma, resta-nos a democraticidade (onde pelo menos neste caso) o campo probabilístico irá sempre esbarrar.
Eu não concordo quando o senhor diz que a monarquia é mais eficaz como instrumento de preservação da democracia; olhe repare: o rei poderia ser eleito de forma democrática (mas até isto eu duvido que acontecesse), mas com o seu filho, porque era sucessor, isso já não aconteceria! Então, como poderia a monarquia preservar algo que não existia?!
Nunca foi minha intenção impedi-lo de colaborar com o PCTP/MRPP, até porque também eu colaboro (se calhar não tanto como devia, ou não com tanto entusiasmo como o senhor, mas a verdade é que colaboro). Que as minhas intervenções não o façam esmorecer, porque não é essa a minha intenção. Simplesmente acho que devo dar a minha opinião acerca deste ou daquele assunto (como é o caso). Continue com o seu contributo em prol do PCTP/MRPP.
Só para finalizar, deixe-me dizer-lhe o seguinte: parece-me que ao defender a monarquia, as suas intenções são as melhores, e apesar de eu nunca o escolher para rei (nem a outra pessoa), talvez votasse em si para Presidente da República.


De Fulano a 29 de Outubro de 2008 às 07:58
Adoraria assistir a uma "monarquia popular". Rei rainha príncipes. Palácio Real.Aristocracia , corte? Os mais relevantes operários seriam nomeados "cavaleiros" e teriam o privilégio de privar e servir o rei? Beija mão e fausto? Ainda assim não me parece tão disparatado como possa parecer. Melhor que um grande líder intocável, sacralizado e práticamente omnipotente e imune ao erro claro. Bem até parece que há já qualquer coisa de similar lá para a Coreia do Norte. Filho sucede a pai e o novo príncipe passeia-se pela Europa. Certamente preparando-se para o próximo reinado.


De Nuno Castelo-Branco a 31 de Janeiro de 2009 às 22:52
Pergunte isso aos seus camaradas da Coreia do Norte, à megera que "vivia" com o Mao, ao Ceausescu, etc... Monarquias absolutas, deve é gostar dessas?!


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