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Terça-feira, 16 de Março de 2010

Não à NATO, não à Guerra!

Segundo a imprensa decorre ainda “a maior ofensiva militar desde a tomada de Cabul” e consequente vitória militar da NATO sobre “os talibãs e al Caida”.

A força de cerca de dezena e meia de milhares de militares, armados com as mais sofisticadas armas, passou rapidamente de uma caminhada triunfante sobre o “ninho talibã” de mil combatentes mal armados em Marjah para o impasse militar prenunciador de uma retirada apressada. O passe foi de mágica, pois que nenhum leitor de jornais ou de telejornais deu conta de resistência maior que a de populares revoltados.
Tivemos, isso sim, notícia de mais uns quantos civis atingidos e mortos “por acidente”. A NATO é assim: engana-se, mata uns quantos civis de vez em quando, mas depois confessa; é séria. Pelo menos até certo ponto, que é o ponto em que a imprensa vendida julga ter conseguido enganar-nos sobre a dimensão dos crimes realmente cometidos.
Fala-se já de uma outra ofensiva, agora contra Kandahar (mas já não tinha sido tomada esta cidade?), e na possibilidade de reforço do contingente português. Português?!! Nem reforço, nem nenhum! Regresso de todos!

A guerra de ocupação é isto: mentiras, sangue, saque e opressão. E este um dos papéis cumprido na perfeição pela NATO: ontem na Jugoslávia, hoje no Afeganistão, no Paquistão, no corno de África e ainda no rescaldo da Jugoslávia.
O outro papel a NATO tem-no cumprido desde sempre e consiste em manter os povos dos países aderentes sob uma ameaça permanente: se “portarem-se mal” serão esmagados. Por isso o PCTP/MRPP conclama o povo português a lutar por:
NATO FORA DE PORTUGAL!
REGRESSO DAS TROPAS PORTUGUESAS DE TODOS OS PALCOS DE GUERRA E OCUPAÇÃO!
DESMANTELAMENTO DA NATO!
 
14 de Março de 2010
Org. Reg. do Norte do PCTP/MRPP
publicado por portopctp às 23:37
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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Manobras

A recente atribuição do prémio Nobel da paz ao presidente dos EUA, Barack Obama, foi entendida em todo o mundo, incluindo o próprio "galardoado", não como recompensa por um eventual trabalho em prol da paz já realizado mas como um incentivo e uma responsabilização para trabalhar para esse objectivo. Quer dizer, "todos" vêem na actividade desde que tomou posse, uma espécie de potencial  para promover a paz. Mas que foi o que fez até hoje? Disse que retirava do Iraque, mas vai  manter 1/3 das forças militares aí estacionadas que correspondem às forças que no início da invasão se previa ficarem no Iraque apenas cerca de um ano; reforçou as forças no Afeganistão bem como a pressão militar e as acções sobre civis; iniciou bombardeamentos sobre território do Paquistão violando claramente a soberania desse estado; mantem na América Latina uma forte acção de "inteligência" e de grupos especiais operacionais e tem em execução um plano de reforço das bases militares quer em quantidade quer em qualidade; aumentou fortemente o já muitissimo "gordo" orçamento militar americano sendo que, hoje, os EUA gastam mais só com armas que todos os outros países do mundo juntos em armas e pessoal militar; acobertou os ataques genocidas dos sionistas a Gaza e mantem-se em posição dúbia quanto à violação da obrigação de desmantelamento dos colonatos sionistas em território palestiniano ocupado. Tudo actos muito "pacíficos". 

Já estamos a ver qual a "paz" de que se está a falar e que se quer incentivar com estas manobras.

publicado por portopctp às 23:06
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Quarta-feira, 18 de Março de 2009

O imperialismo é a guerra!

É no mesmo tempo em que o sexto aniversário sobre a infame invasão do Iraque ocorre, que um manto de silêncio desce sobre tudo o que se passa nesse país. Pelas notícias, deixaram de ocorrer atentados e ataques às forças de ocupação bem como deixaram de ocorrer as concomitantes retaliações sanguinárias sobre as populações. Igualmente parece que tudo está bem com as riquezas desse país, que não continuam a ser espoliadas…

Os próprios mortos do passado parece que não existiram. E, em consequência da guerra, só civis, foram mais de um milhão!! Civis, aliás, que continuam a morrer ao ritmo de quase dez por dia, por via da mesma guerra que prossegue, apesar das agências noticiosas o calarem. Igualmente os milhões de refugiados deixaram de ser notícia apesar de todos os dias continuarem a viver longe das suas terras, em condições de absoluta precariedade e despojados de grande parte dos seus próprios bens. Nem o ritmo a que as tropas de ocupação sofrem baixas é revelado. Para quem acredita cegamente nos jornais, esse ritmo deve ser zero em cada mês, ou próximo disso, mas realmente, em cada semana morrem actualmente em combate quatro soldados das tropas de ocupação, perfazendo, já e desde que a guerra começou, quase quatro mil e seiscentos mortos.
Se anteriormente a transparência, tão propalada de início, já tinha passado a absoluta obscuridade sobre aquilo que realmente se passava, escondendo com relatos deturpados dos factos as manobras de espoliação e de tomada de posição tendo em vista futuras guerras de rapina, agora passou não só a um quase completo silêncio como também a uma lavagem total de responsabilidades e ocultação de crimes e criminosos. Bastou para isso uma palavra mágica: retirada. Falsa, mas mágica. Assim todos ficam limpos de consciência com condições para poderem “suportar” a continuação da ocupação após a falsa retirada (um terço das tropas de ocupação vão lá ficar após “finalizada a retirada”). Para esta finalidade os EUA contam com a complacência e a conivência da UE. Do governo português, servil como sempre é, só há a esperar, caso não haja uma forte oposição popular, o apoio a essa política.
Se as vidas de civis iraquianos foram até agora reclamadas em nome da implantação da “democracia” a partir de agora serão reclamadas em nome da “segurança dos iraquianos”. Um “altruísmo” sem fim para uma espoliação até ao último cêntimo. Mas sem êxito. Não conseguiram espoliar até hoje o suficiente para obviar à crise: os custos da guerra tornaram-se maiores que os benefícios da espoliação dos iraquianos e, em vez de “solução”, a guerra, tornou-se em factor da crise. Crise que, para a burguesia, continua a ter como solução “natural” a guerra. Guerra para maiores espoliações, noutros lugares. Guerra à qual os povos se terão de preparar para opor ferozmente.
Para já continua a guerra no Afeganistão com a presença militar portuguesa. Assim como continuam, em banho-maria, as guerras na Jugoslávia e no Sul do Líbano também com tropas portuguesas de ocupação. No querer do imperialismo, outras virão também com a participação de tropas portuguesas especialmente se integradas em forças da NATO, organização que, conforme a crise se vai agravando, se vai tornando cada vez mais agressora e provocadora. É esse também o querer do actual governo e do actual presidente. É contra esse querer que nos levantamos, ao lado do povo que igualmente se levantará. Os povos oprimidos lutam pela liberdade e jamais um povo que oprime será ele próprio verdadeiramente livre e por isso também lutará. A opressão tem os dias contados, assim nós e os outros povos o queiramos.
 
NATO FORA DE PORTUGAL!
GUERRA DO POVO À GUERRA IMPERIALISTA!
OS POVOS VENCERÃO!
SÓ OS TRABALHADORES PODEM VENCER A CRISE!
 
 
Org. Regional do Norte do PCTP/MRPP
18 de Março de 2009
publicado por portopctp às 23:49
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007

Defesa além fronteiras, uma triste teoria

Serviram-se, os chefes militares, da inumação do soldado morto no Afeganistão, realizada em Crestuma, Vila Nova de Gaia, para proferir um discurso laudatório das guerras de agressão e ocupação. Foi assim que ouvimos ser exposta pelos chefes militares - na propaganda dos habituais "democratas", subordinados ao poder político, como se vê, engajados para defender uma política  - uma teoria completa que pretende justificar a participação de tropas portuguesas na ocupação militar de outros países como se fosse uma questão técnica militar e não uma questão política: que, hoje em dia, a defesa de um país não se faz nas próprias fronteiras mas lá longe defendendo os valores da paz e da democracia onde ela não existe. Já estamos a ver onde esta teoria nos leva se for adoptada por todos os países, cada um a defender o seu conceito democracia e paz lá longe onde essa democracia não exista. Provavelmente algum se lembrará que cá não existe o seu próprio conceito de democracia e, à nossa imagem, sentir-se-á no direito de cá intervir destruindo casas, equipamentos e bens, considerando cada passante um "insurgente" e, portanto, passível de abate, bombardeando casamentos com a justificação de que foi engano, cerceando a circulação de pessoas, colaborando com limpezas étnicas (como no Kosovo, de onde centenas de milhar de sérvios e ciganos foram expulsos e assassinados com a conivência das tropas de ocupação, incluíndo as portuguesas) decidindo sobre a nossa economia e sistema político, promovendo eleições "livres" com os seus candidatos etc. etc.. Que triste teoria. E que fim trágico para a humanidade!

Saibamos opôr-nos! Exijamos o regresso das tropas portuguesas de missões de guerra (chamam-lhes de paz, os fingidos) e defendamos uma política que reconheça aos povos o seu direito de seguirem o caminho que pretendam, derrubando eles próprios e pela sua própria via os seus tiranos e ditadores.

publicado por portopctp às 07:51
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