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Quinta-feira, 3 de Março de 2011

A juventude está de pé! A sua luta é a do povo português!

Um país sem uma juventude forte e combativa é um país sem futuro. Explorada, oprimida e desprezada pelo governo e pelos empresários capitalistas, a juventude trabalhadora e estudantil começou já a ocupar o lugar que lhe cabe nas primeiras linhas de um movimento popular que se agiganta e que nenhuma força conseguirá parar.

A juventude portuguesa está em luta contra um regime e contra um governo:

  • Que a condena ao desemprego ou ao trabalho escravo, mal pago ou não pago, e sem direitos;
  • Que faz da educação uma farsa e um negócio: - diplomas sem valor e pagos a peso de ouro; canalização dos dinheiros públicos para os novos capitalistas da indústria educativa; expulsão de milhares de alunos dos cursos superiores por não poderem pagar os seus estudos;
  • Que voltou a fazer de Portugal um país em que para trabalhar e sobreviver é preciso emigrar;
  • Que, ao serviço das grandes potências da União Europeia, liquidou e continua a liquidar a economia e o que resta do aparelho produtivo nacional;
  • Que explora, rouba e oprime sem dó nem piedade as gerações trabalhadoras mais velhas, ao mesmo tempo que as responsabiliza pelo sustento dos jovens que trabalham ou estão desempregados;
  • Que concentra toda a riqueza nos grandes grupos económicos e financeiros e seus serventuários, deixando o povo trabalhador na miséria;
  • Que utiliza mais de metade dos impostos que saca aos trabalhadores para pagar uma dívida pública que não beneficia o povo e de que o povo não é responsável;  
  • Que instituiu um sistema de justiça ao serviço exclusivo da classe capitalista e dos poderosos e em que nenhum cidadão trabalhador consegue encontrar protecção e defesa;
  • Que fez da democracia uma farsa, que espia em permanência os cidadãos, que arma as sua polícias até aos dentes e que reprime selvaticamente qualquer manifestação de revolta das populações;
  • Que aposta na participação de Portugal nas agressões imperialistas da NATO como condição para ganhar apoios e tentar sobreviver.

A situação actual no país é insustentável e tem de ser transformada. Com objectivos claros de mudança, com firmeza e determinação no combate, outro futuro é possível.

O tempo actual não é o de exigir ao governo uma mudança de políticas, mas sim de impor uma mudança de governo. O governo Sócrates deve ser derrubado nas ruas, nas fábricas e empresas, nas escolas, nos bairros e onde quer que se manifeste a indignação, a revolta e a vontade populares.

A força necessária para derrubar o governo é aquela que pode construir uma alternativa. O novo governo que vier substituir o actual não poderá incluir os responsáveis pela presente situação do país. Tem de ser um governo do povo e para o povo, um governo democrático e de esquerda, com um programa claro para tirar o país da crise.

O programa de um novo governo que sirva o povo e os trabalhadores deverá ter, entre outros, os seguintes pontos fundamentais:

  • Revogação imediata de todas as medidas tomadas pelos governos Sócrates em benefício da classe capitalista e contra os trabalhadores e o povo português;
  • Revogação do actual regime dos estágios profissionais, dos contratos a prazo, dos recibos verdes e dos “call centers”, que mais não são do que instrumentos de escravização e de sobre-exploração dos jovens;
  • O repúdio da dívida pública, com a qual o povo nada tem a ver e que impede qualquer projecto de desenvolvimento do país;
  • A confiscação das grandes fortunas e a responsabilização criminal dos responsáveis e beneficiários dos roubos dos dinheiros públicos praticados ao longo das últimas décadas;
  • A elaboração de um plano económico de desenvolvimento do país que tenha como objectivo imediato a eliminação do desemprego;
  • O aumento geral dos salários dos trabalhadores e a diminuição dos grandes ordenados, de forma a reduzir drasticamente o leque salarial médio no país;
  • A renegociação imediata dos termos da integração de Portugal na União Europeia e na moeda única europeia. Os acordos actuais com a UE transformam o país numa neo-colónia, asfixiam o seu desenvolvimento e têm por isso de ser repudiados;
  • A saída de Portugal da NATO, uma organização ao serviço do imperialismo norte-americano e que representa uma ameaça permanente a qualquer povo e nação que queira seguir um caminho autónomo de desenvolvimento e de progresso social.

Não há que ter ilusões. O combate político por estes objectivos será duro e exigirá sacrifícios. O governo lançará mão de todos os instrumentos de repressão ao seu alcance e há que estar preparado para lhe fazer frente. Neste combate, um papel decisivo cabe à juventude trabalhadora e estudantil. Uma linha política clara e uma firme organização são as condições necessárias para alcançar a vitória.

 

Lisboa, 3 de Março de 2011

O Comité Central do PCTP/MRPP

publicado por portopctp às 07:07
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Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010

NATO fora de Portugal!

Ao governo de Sócrates não lhe basta o abjecto papel de procurar impor ao povo português os ditames dos seus patrões imperialistas europeus para salvar da crise o sistema capitalista, resolveu seguir as pegadas do seu porreiraço amigo Durão Barroso e vestir a farda de mordomo do imperialismo mundial, organizando em Lisboa uma cimeira da NATO. Trata-se de mais uma intolerável provocação que merece o repúdio de todos os democratas e patriotas.

A NATO nunca deixou de ser uma organização militar ao serviço dos desígnios do imperialismo americano para manter a sua hegemonia e prosseguir a sua política opressora e de saque e rapina dos povos de todo o mundo. Inicialmente sob a capa esfarrapada da defesa da liberdade contra a “ameaça russa”, com a mudança de carácter do campo socialista, entretanto transmutado em coutada do social-fascismo, depressa a NATO se transformou em instrumento evidente da divisão planetária e de repartição do domínio das nações com o social-imperialismo comandante do Pacto de Varsóvia, bloco militar igualmente opressor, arruaceiro e feroz. Mesmo após a falência deste último bloco militar, a NATO continuou a assumir-se como o principal instrumento dos EUA para intimidar e agredir os povos que não aceitam ser subjugados e invadir e ocupar países soberanos para assegurar o saque dos seus recursos e riquezas.

Tal como o PCTP/MRPP sempre denunciou, o imperialismo é a guerra e, por mais que fale de paz ou por mais que reveja o seu “conceito estratégico” o que prepara realmente são novas guerras de agressão e opressão. Por isso, para combater o imperialismo cuja natureza intrínseca é esta, não pode contrapor-se, como o tem feito e continua a fazer o P”C”P, uma espécie de pacifismo hipócrita incapaz sequer de exigir o desmantelamento de uma organização criminosa como a NATO e que só leva a desarmar os povos.

No caso concreto desta cimeira da NATO, o facto de ter sido o Governo de Sócrates a, provocatoriamente, resolver realizá-la em Portugal, põe em evidência a necessidade de reforçar o combate político pelo derrubamento de um governo de lacaios que em nada se diferencia do Governo de Barroso que rasteiramente reuniu nos Açores o comité de facínoras que planeou a invasão do Iraque e o massacre do povo iraquiano.

Tal como no período revolucionário que se seguiu ao 25 de Abril, a esquadra da NATO acostou no Tejo para intimidar e ameaçar o crescente movimento revolucionário português – na altura, recebida com cravos pelo P”C”P -, também hoje é Sócrates que recebe o areópago dos chefes do imperialismo nas vésperas de uma greve geral nacional e num momento em que o movimento revolucionário português se prepara para grandes combates pelo derrubamento do sistema capitalista.

Mas, tal como em 1974/75, o povo português não se deixará intimidar por aquilo que não passa de um tigre de papel.

 

ABAIXO O GOVERNO DE SÓCRATES, LACAIO E LAMBE-BOTAS DO IMPERIALISMO!

VIVA A LUTA DOS POVOS E NAÇÕES DO MUNDO INTEIRO CONTRA A OPRESSÃO E AGRESSÃO IMPERIALISTAS!

MORTE AO IMPERIALISMO!

NATO FORA DE PORTUGAL!

 

19 de Novembro de 2010

Org. Reg. do Norte do PCTP/MRPP

(com base em artigo do LUTA POPULAR – ON LINE)

publicado por portopctp às 00:27
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Terça-feira, 16 de Março de 2010

Não à NATO, não à Guerra!

Segundo a imprensa decorre ainda “a maior ofensiva militar desde a tomada de Cabul” e consequente vitória militar da NATO sobre “os talibãs e al Caida”.

A força de cerca de dezena e meia de milhares de militares, armados com as mais sofisticadas armas, passou rapidamente de uma caminhada triunfante sobre o “ninho talibã” de mil combatentes mal armados em Marjah para o impasse militar prenunciador de uma retirada apressada. O passe foi de mágica, pois que nenhum leitor de jornais ou de telejornais deu conta de resistência maior que a de populares revoltados.
Tivemos, isso sim, notícia de mais uns quantos civis atingidos e mortos “por acidente”. A NATO é assim: engana-se, mata uns quantos civis de vez em quando, mas depois confessa; é séria. Pelo menos até certo ponto, que é o ponto em que a imprensa vendida julga ter conseguido enganar-nos sobre a dimensão dos crimes realmente cometidos.
Fala-se já de uma outra ofensiva, agora contra Kandahar (mas já não tinha sido tomada esta cidade?), e na possibilidade de reforço do contingente português. Português?!! Nem reforço, nem nenhum! Regresso de todos!

A guerra de ocupação é isto: mentiras, sangue, saque e opressão. E este um dos papéis cumprido na perfeição pela NATO: ontem na Jugoslávia, hoje no Afeganistão, no Paquistão, no corno de África e ainda no rescaldo da Jugoslávia.
O outro papel a NATO tem-no cumprido desde sempre e consiste em manter os povos dos países aderentes sob uma ameaça permanente: se “portarem-se mal” serão esmagados. Por isso o PCTP/MRPP conclama o povo português a lutar por:
NATO FORA DE PORTUGAL!
REGRESSO DAS TROPAS PORTUGUESAS DE TODOS OS PALCOS DE GUERRA E OCUPAÇÃO!
DESMANTELAMENTO DA NATO!
 
14 de Março de 2010
Org. Reg. do Norte do PCTP/MRPP
publicado por portopctp às 23:37
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Domingo, 31 de Janeiro de 2010

Um grito contra a opressão

Há 119 anos foram a subserviência da monarquia lusa perante a arrogância do ultimato britânico juntamente com a opressão sobre o povo os motivos que despoletaram a revolta popular do 31 de Janeiro. Revolta de coração pleno de bravura e ânsia de liberdade que, apesar das mãos vazias de armas, trouxe uma manhã de esperança gloriosa ao povo do Porto.

Mas não foi essa atitude ingénua, é certo, mas acima de tudo corajosa e activa contra a opressão e o servilismo perante o imperialismo o que as comemorações oficiais quiseram hoje homenajear. Não! Foi precisamente o contrário: para o presidente e para o governo o que está bem é aceitar o que o BCE, a UE, a OTAN ou as agências de avaliação de risco têm para nos dizerem e impô-lo ao Povo. Subserviência e opressão: eis o programa da burguesia mais uma vez, nestas comemorações, declarado. Pensam que desta vez  voltarão a ter êxito, mas enganam-se: o povo aprende com os erros e, mais tarde ou mais cedo,  vencerá!

O POVO VENCERÁ!

 

 

publicado por portopctp às 20:19
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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

O imperialismo é a guerra.

Em tempo de balanço praticamente desapareceram as vozes de apoio ao ataque imperialista ao Iraque. A desgraça resultante desse ataque e da ocupação subsequente foi tal que somente o presidente americano, por motivos óbvios, e umas poucas “personalidades”, pelos motivos não tão óbvios mas que parecem ser de mera subserviência, conseguem fazer um balanço positivo. Um milhão de mortos civis e quatro milhões de refugiados, para esse tipo de gente, serão uma espécie de tributo do povo iraquiano pela “democracia” que agora tem. Tributo sacado a ferros e a explosivos mas, pelo que se vê, insuficiente. Mais e mais sangue, é o que continuam a exigir do povo iraquiano os invasores.
Igualmente das mentiras já ninguém tem dúvidas. Uns dizem que foram enganados, outros contam o número de mentiras (perto de mil) ditas por entidades oficiais para justificar a guerra, mas o que realmente marca é existir quem aceite que a mentira pode e deve ser empregue quando os fins são “bons”. Tão bons quanto um milhão de mortos e quatro milhões de refugiados. Ou melhores ainda, como continuam a exigir em sangue do povo iraquiano os invasores.
A transparência, tão propalada de início, passou a absoluta obscuridade sobre o que realmente se passa. O que é noticiado esconde, por um lado, as manobras de espoliação e, por outro, as manobras de tomada de posição tendo em vista futuras guerras de rapina. Para esta finalidade os EUA contam com a complacência e a conivência da UE. Do governo português, servil como sempre é, só há a esperar, caso não haja uma forte oposição popular, o apoio a essa política. Política que já matou um milhão de iraquianos e expulsou das suas casas outros quatro milhões. E que continua a exigir ainda mais sangue e dor ao povo iraquiano.
Se as vidas de civis iraquianos foram até agora reclamadas em nome da implantação da “democracia” a partir de agora, olhando às posições dos principais candidatos à Casa Branca, serão reclamadas em nome da “segurança dos iraquianos”. Um “altruísmo” sem fim para uma espoliação até ao último cêntimo. Mas sem êxito. Não conseguiram espoliar até hoje o suficiente para obviar à crise. E crise significa guerra. Mais guerra para maiores espoliações, noutros lugares.
Continua a guerra na Jugoslávia, onde se mantêm ainda tropas portuguesas de ocupação; continua a guerra no Afeganistão, também com a presença militar portuguesa. E, no querer do imperialismo, outras virão também com a participação de tropas portuguesas especialmente se integradas em forças da NATO, organização que cada vez se torna mais agressora. É esse o querer do governo e do presidente. Mas encontrarão do povo português uma forte oposição. Os povos oprimidos lutam pela liberdade e jamais um povo que oprime será ele próprio verdadeiramente livre e por isso também lutará. A opressão tem os dias contados, assim nós e os outros povos o queiramos.

NATO FORA DE PORTUGAL!

GUERRA DO POVO À GUERRA IMPERIALISTA!

OS POVOS VENCERÃO!

NÃO ÀS GUERRAS DE AGRESSÃO!
 
 
 
 
Org. Regional do Norte do PCTP/MRPP
20 de Março de 2008
publicado por portopctp às 07:56
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Quinta-feira, 16 de Março de 2006

todos à Praça D. João I no Porto, dia 19 às 15h

Quando, na aparência, os ânimos ocidentais contra o Irão se devem à possibilidade deste vir a utilizar a capacidade técnica e científica que adquirirá, com o emprego legítimo da energia nuclear em fins civis, para o fabrico de armas atómicas, eis que surge na imprensa a notícia de que o RU e os EUA têm em adiantado estado de execução programa de investigação destinado ao fabrico de um novo tipo de armas atómicas.
Na comunicação social ordinária ninguém comenta, ninguém se insurge, ninguém denuncia como acção provocatória aos povos: tudo é, neste caso, para o "bem". Em contrapartida, tudo o que parte do Irão é para o "mal".
Interpretações da realidade deste tipo, simples de assimilar e facilmente adoptáveis (nós somos bons, portanto tudo nos é permitido, eles são maus, portanto nada lhes pode ser permitido), foram os tipos de interpretação preferidos e utilizados para efeitos de propaganda na preparação de guerras em todos os tempos pelos agressores. É que é preciso ânimo para empreender uma acção desse tipo. É que é preciso ter forma de estigmatizar quem entre "nós" se oponha à destruição dos "maus". E este é um caminho já iniciado.
Um outro bom exemplo disso é, por um lado, a impunidade com que Israel em sintonia e com a anuência dos EUA e RU (todos fazendo parte do lote dos bons) rasga tratados anteriormente subscritos, invade território palestiniano, destrói propriedade palestiniana (a prisão de Jericó), captura presos que cumpriam a parte final da pena estabelecida ao abrigo de acordo (por imposição de Israel, e  assentimento dos EUA e RU, a autoridade palestiniana tinha-se visto obrigada a prender algumas pessoas sem provas) e assassina um preso e um polícia palestinianos e, por outro lado, a condenação da reacção popular palestiniana (os maus) a esse vil ataque e a ameaça de retaliação com o "corte" da "ajuda da UE".
Outros "maus" são os iraquianos que resistem, faz no próximo dia 20 três anos, à ocupação do seu país pelos "bons". "Bons" que, como são "bons", não se inibem de usar esquemas de guerra suja para alcançar os seus intentos de dominação: quem poderá ter destruído a mesquita da cúpula dourada de Samarra senão agentes das forças de ocupação em acção de guerra suja? Que dizer de milhares de assassinatos de iraquianos anteriormente capturados secretamente por forças da coligação ou da polícia controlada por essas forças, senão que são acções de guerra suja? A existência de clima de guerra civil no Iraque é um desejo das forças de ocupação que tudo fazem para o realizar. É o que se costuma dizer: dividir para reinar.
E o que é que nós portuenses e, por isso, portugueses temos a haver com isso? O novo presidente deu a resposta: nas suas palavras, um dos traços fundamentais da nossa política externa futura é o reforço do "eixo atlântico". Isso significa a continuação da submissão da política externa portuguesa à política norte-americana; isso significa que o presidente está disposto a que Portugal participe com tropas em eventual agressão ao Irão; isso significa que continuarão a permanecer na Bósnia, no Kosovo, no Afeganistão, tropas portuguesas como tropas de ocupação; isso significa que forças portuguesas continuarão a treinar cipaios iraquianos; isso significa continuar a ceder a base das Lajes para (e) tudo o que eles queiram, aos EUA; isso significa que Portugal continuará a pertencer a uma organização agressiva e criminosa como a NATO. E isto tem tudo a haver connosco. É por isto que é necessário a cada aniversário da infame invasão do Iraque sairmos à rua para denunciar os assassinos, para nos opormos à ocupação de territórios de outros povos, para nos opormos às guerras de agressão, para, em suma, nos opormos ao imperialismo e aos seus agentes locais.

PORQUE LUTAM, OS POVOS VENCERÃO! 

publicado por portopctp às 15:51
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