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Domingo, 18 de Setembro de 2016

Viva o comunismo!

Nos 46 anos da fundação do Partido deixamos a ligação para a fundamentação teórica publicada no Bandeira Vermelha n.1:

Reorganizar o Partido Revolucionário do Proletariado

Viva o PCTP/MRPP!

Viva  o comunismo!

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Domingo, 1 de Maio de 2016

VIVA O 1º DE MAIO!

O 1º DE MAIO É DIA DE LUTA NA RUA!

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Terça-feira, 8 de Março de 2016

A luta da mulher pela sua emancipação e libertação

Do "Luta Popular on-line":

A luta da mulher pela sua emancipação e libertação é a luta de todo o proletariado, de todas as classes exploradas e oprimidas pelo capitalismo!

 

Viva a  Semana de 35 horas!

7 Horas Diárias de Trabalho!

2 Dias de descanso Semanal!

25 Dias úteis de Férias anuais!

Majoração em Função da Idade e da Antiguidade!

 

Viva a luta de todas as mulheres trabalhadora

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Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2015

TRABALHADORES DA SOARES DA COSTA EM LUTA Contra os despedimentos e os salários em atraso!

Comunicado distribuído nos estaleiros da Soares da Costa na Rechousa, Vila Nova de Gaia.

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Sábado, 7 de Novembro de 2015

VIVA O COMUNISMO!

A REVOLUÇÃO SOCIALISTA DE OUTUBRO VIVE NO CORAÇÃO E NOS ACTOS DOS OPRIMIDOS DE TODO O MUNDO!

 

PROLETÁRIOS DE TODO MUNDO, POVOS E NAÇÕES OPRIMIDAS, UNI-VOS!

 

O SÉCULO XXI SERÁ O SÉCULO DO COMUNISMO, DA LIBERTAÇÃO DA HUMANIDADE, DO FIM DA EXPLORAÇÂO E DA OPRESSÃO!

 

RUA COM CAVACO E COM O GOVERNO VENDE-PÁTRIAS!

POR UM GOVERNO DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO!

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Terça-feira, 8 de Setembro de 2015

Conferência de Imprensa

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Sexta-feira, 1 de Maio de 2015

1.º de MAIO é dia de LUTA!

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Têm brotado, nos últimos tempos, dos cérebros da intelligentsia e das bocas dos porta-vozes dos partidos da traição nacional, PSD/CDS e PS, discursos que parecem anunciar alívio na austeridade para o futuro. Pequeno alívio, acentuam, porque é preciso ser-se “sério” e para que esse alívio seja “sustentável”, acrescentam. Simultaneamente acusam-se mutuamente de falta de seriedade, no que estão todos inteiramente certos.
É o grande enredo! As aparências são tratadas como se fossem factos incontestáveis; as estórias enrodilham-se num trama hipnótico para esconder a verdade e encantar eleitores. Falta apenas um ingrediente: o silenciamento dos comunistas, o silenciamento do PCTP/MRPP. Mas a pandilha que governou o país nos últimos quarenta anos e o levou à ruína, está a tratar do assunto. Diga-se, em abono da verdade, com uma certa maestria.
Hoje, já só quando querem mostrar que têm poder, é que fazem as coisas sem rodeios. E a percepção popular de um poder absoluto e discricionário tira votos, pensam.
Portanto não abusam. Preferem arranjar um trama. Desta vez o PSD, o CDS e o PS encenaram um teatro sobre a “liberdade de expressão”. Num anteprojecto conjunto escreveram que só os partidos já com assento parlamentar têm direito a cobertura da imprensa, e, por cima, escreveram que os principais órgãos da imprensa são obrigados a apresentar um plano prévio da cobertura à ERC e à CNE. O que é que acontece? Uma orquestra bem ensaiada de arautos da “liberdade de expressão” levanta-se em coro contra a censura prévia. Por entre acusações mútuas de culpas no cartório, os ditos partidos, retiram essa parte do anteprojecto.
O que fica? A cobertura legal para o silenciamento discriminatório das propostas políticas fora do gosto do pequeno grupo de censores sentado à mesa das administrações e chefias de redacção dos principais mass media, ao mesmo tempo que passa a ideia, para o público, de que os problemas de censura ficaram resolvidos.
O que era pretendido logo de início, calar a voz do PCTP/MRPP, particularmente a sua voz mais evidente, a do camarada Garcia Pereira, e que não têm coragem de defender abertamente, passará pela porta do cavalo colocado em lei, claro está, se os seus intentos de ludíbrio do povo se concretizarem.
Mas não nos calarão! Todos os “acidentes de trabalho” que não passam de vis assassinatos serão denunciados! Todas as vitórias dos trabalhadores serão cantadas! Todas as suas derrotas estudadas e os erros corrigidos! Todas as lutas do povo serão incentivadas e dirigidas à vitória! Os democratas e patriotas serão unidos! O programa político da quebra da opressão imperialista estrangeira e de desenvolvimento do país será defendido! Neste 1.º de Maio é essa a luta.

VIVA O 1.º DE MAIO!

Comités distritais do Norte do PCTP/MRPP
1 de Maio de 2015

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Sábado, 25 de Abril de 2015

Democracia para o Povo!

Em distribuição no Porto:

20150425.png

Estalou mais uma polémica. Em causa o anteprojecto de lei sobre campanhas eleitorais, anteprojecto conjunto dos partidos do governo (PSD e CDS) e do PS, o triste grupo responsável pela governação e ruína do país nos últimos quarenta anos, e que se fez rogador, na sociedade e no parlamento, da alta finança internacional.
Tudo o que se dá ares de grande personalidade da imprensa na nossa praça, mas que não passa de pau-mandado da burguesia como mais à frente ficará evidente, atirou-se, como gato a bofe, ao dito anteprojecto atacando-o de tudo. De tudo, salvo seja, de tudo menos daquilo que é importante.
“Aqui d’el-rei que a liberdade de imprensa está em causa”; “ai Jesus, que temos censura prévia”, “meu Deus, com isto acabará para sempre a democracia, porque sem liberdade não teremos democracia”, etc., etc.. Tudo muito justo, tudo muito correcto, mas tudo sobre a imposição da apresentação prévia de plano de cobertura das acções dos partidos e das iniciativas de cada órgão de imprensa durante o período eleitoral (que vai desde a data da apresentação das listas até ao fim da campanha eleitoral). Nada sobre o que também está nesse anteprojecto e que põe em causa os princípios mais elementares de uma qualquer democracia.
Se o anteprojecto for em frente, e certamente irá antes das próximas eleições, ficará em Lei que só os partidos que tenham já representação parlamentar têm direito a ver os seus pontos de vista divulgados pelos principais órgãos de imprensa, nomeadamente as televisões, as rádios e os jornais nacionais durante esse período. Os outros, que durante o resto do tempo já são silenciados, passam agora a ser também silenciados no período eleitoral. As suas posições e os seus programas passam agora a poder ser ignorados legalmente pelos órgãos da imprensa na sua função de cobertura jornalística.
Tal formulação abre portas a toda a espécie de discriminações. Permite até, se precisarem de mais um partido para enganar o povo porque os que lá estão já não conseguem, de o promoverem. Vão-lhe chamar “fenómeno”, mas não vai ser crime alimentá-lo com cachas, como não será crime silenciar os outros, ou melhor, silenciar-nos a nós comunistas, a nós do PCTP/MRPP, que é quem eles temem e querem silenciar com esta lei
Mas esta censura não choca os paladinos da democracia que agora veementemente se manifestam, nem lhes faz balbuciar uma única palavra de denúncia da barbaridade. Para eles isso é “critério jornalístico” que querem, e até exigem, ter o privilégio de utilizar. Chegam ao desplante cínico de chamar-lhe “liberdade de expressão”! “Liberdade” sim, mas a “liberdade” do seu pequeno grupo de censores, sentado nas administrações e chefias de redacção dos principais mass media, de impedir a liberdade de expressão dos projectos políticos que não lhes agradam! Na Grécia antiga havia “democracia”, mas para os senhores de escravos, não para o Povo!
Portanto, todo este teatro que temos estado a assistir não passa da velha táctica do muito barulho a Leste para poder passar a Oeste. Opõem-se a um dado tipo de censura para que os seus patrões consigam fazer passar uma censura que fura o mais basilar princípio de qualquer democracia: a igualdade de todas as candidaturas que se apresentem a sufrágio. Novos coronéis e um Estado “enxuto”, cada vez mais igual aos velhos coronéis e ao fascismo!
E, que dizer da “esquerda” que ficou, a este propósito, calada?
O povo derrubá-los-á, não com cravos, mas com a Revolução!

25 de Abril de 2015
Comité Distrital do Porto do PCTP/MRPP

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Domingo, 8 de Março de 2015

E assim está bem!

O exemplo das mulheres da fábrica de tecidos Cotton de Nova Iorque nunca será esquecido: tanto a sua luta como a forma que os capitalistas foram capazes de lançar mão para as derrotar.

A fúria é cada vez mais consciente, cada vez mais dirigida aos inimigos do povo, cada vez mais dirigida à opressão, unindo nos propósitos imediatos cada vez mais vastos sectores. E assim está bem, e estará melhor quando este governo traidor for derrubado e os seus membros julgados e condenados pelos crimes que cometeram contra o povo e o país.

ABAIXO O GOVERNO DE TRAIÇÃO NACIONAL  PSD/CDS!

POR UM GOVERNO DE UNIDADE DEMOCRÁTICA E PATRIÓTICA!

LEVANTAI-VOS, MULHERES DO PORTO!

LEVANTAI-VOS, MULHERES DE PORTUGAL!

LEVANTAI-VOS, MULHERES DE TODO O MUNDO!

CERRAI OS PUNHOS E LUTAI POR UM MUNDO SEM OPRESSÃO NEM EXPLORAÇÃO PARA A HUMANIDADE! 

 

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Domingo, 12 de Outubro de 2014

Honra aos camaradas Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa

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Honra a Ribeiro Santos

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Honra a Alexandrino de Sousa

JAMAIS OS ESQUECEREMOS!

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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2014

Viva o Partido!

Honra aos que caíram, Ribeiro Santos e Alexandrino de Sousa!

Comemoremos o aniversário da fundação do MRPP seguindo o seu exemplo: rompendo com o oportunismo no seio do movimento operário e do movimento comunista, dando um impulso sem par à luta popular pelo derrube do governo de traição nacional PSD/CDS e pela instauração de um governo democrático e patriótico, construindo o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses.

Viva o Partido!

Viva o comunismo!

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Terça-feira, 22 de Abril de 2014

As razões para Portugal SAIR DO EURO

Comunicado da candidatura ao Parlamento Europeu em distribuição

A saída de Portugal do euro é, neste momento, um verdadeiro desígnio nacional. Este objectivo deve unir os operários e demais trabalhadores e todos os sectores do povo português numa ampla frente unitária, democrática e patriótica, pela saída do euro e pela reposição de uma moeda própria, um novo escudo.

Quando Portugal aderiu ao euro, em 1999, a dívida era inferior a 50% do Produto Interno Bruto (PIB). A partir dessa altura, a dívida começou a subir de uma forma imparável, prevendo-se que atinja, no final do corrente ano da 2014, o valor astronómico de 140% do PIB.

Desde a entrada de Portugal no euro, em 1999, os salários reais dos trabalhadores, que medem o seu poder de compra, começaram a baixar continuamente até atingirem, no corrente ano de 2014, um valor que é já inferior ao que existia na altura em que o país aderiu à então Comunidade Económica Europeia, em 1986.

Depois da adopção do euro em substituição do escudo, as taxas de desemprego registaram uma subida vertiginosa, passando de menos de 5%, em 1999, para o valor actual real de mais de 25% da população activa.

A entrada de Portugal no euro significou também uma queda brutal no investimento produtivo. Entre 1999 e 2013, a formação bruta de capital fixo no país baixou mais de 50%. Essa queda abrupta e gravíssima no investimento reflectiu-se sobretudo na produção industrial, a qual representa hje apenas 13% do PIB.

Até à entrada na chamada moeda única, em 1999, Portugal estava a aproximar-se dos níveis médios de desenvolvimento dos quinze países que formavam então a União Europeia. Depois dessa data, uma tal aproximação transformou-se no seu contrário e Portugal é já um dos países mais pobres de toda a Europa.

Com o euro, o povo português paga os bens essenciais a preços muito semelhantes aos da Alemanha, da França, da Holanda ou do Reino Unido e aufere salários e rendimentos que são três ou quatro vezes inferiores aos desses países.

É preciso romper decidida e firmemente com este estado de coisas, e fazê-lo passa sobretudo e em primeiro lugar pela saída do euro.

O euro é uma moeda fortemente sobrevalorizada em relação  a capacidade competitiva do país. Isto cria desequilíbrios externos gravíssimos que só se podem combater baixando continuamente os salários e subindo permanentemente os impostos, aumentando o horário  de trabalho sem aumento de remuneração, reduzindo drasticamente o número de trabalhadores empregados e eliminando por completo os direitos laborais e sociais.

É o euro que alimenta a espiral da  dívida pública. Se contarmos os juros e as amortizações que são pagos por conta dessa dívida, actualmente cerca de um quarto de toda a riqueza produzida no país é confiscada e utilizada para realizar tais pagamentos.

Por cada dois euros pagos em impostos pelos portugueses, um euro é aplicado no pagamento da dívida. Esta é a justificação que o governo de traição nacional PSD/CDS apresenta para a completa destruição que está a levar a cabo do serviço nacional de saúde, da escola pública, doserviço público de transportes, dos apoios sociais às populações carenciadas e idosas e  de todo e qualquer investimento público.

É o euro e o fabrico incontrolável da dívida que esta moeda provoca que serve de motivo ao governo Coelho/Portas/Cavaco para se apropriar dos dinheiros descontados pelos trabalhadores para a Segurança Social e financiar com esse dinheiro o défice do Estado e as contas privadas das empresas. O criminosos roubo das pensões de reforma, dos subsídios de desemprego e da generalidade dos apoios sociais é uma consequência directa da pertença ao euro.

Enquanto Portugal continuar no euro, todos os elementos de degradação da situação económica do país e das condições de vida e de trabalho do povo se irão acentuar. Para além disso, o resultado inevitável da continuação no euro é a perda total da independência e da soberania nacional e é a eliminação de quaisquer vestígios de liberdade e de democracia para o povo.

O euro é o principal instrumento do imperialismo alemão para reduzir Portugal à condição de uma sua colónia. E são também os mecanismos de ajustamento associados ao euro e a respectiva imposição forçada ao povo português que fornecem ao grande capital financeiros meios para fazer regressar o país e os trabalhadores aos piores tempos da ditadura fascista de Salazar.

O povo português deve exigir em uníssono e bater-se com toda a determinação pela saída de Portugal do euro e pela reposição de uma moeda própria, um novo escudo. É sob a bandeira da saída do euro e do repúdio da  dívida pública que tem de ser conduzida e levada à vitória a luta pelo derrube do governo terrorista de Passos Coelho e pela constituição de um novo governo democrático e patriótico.

Um governo democrático e patriótico deverá ter como missão fundamental a saída do euro. A esse novo governo caberá utilizar a soberania monetária associada ao novo escudo para reequilibrar e desenvolver a economia, eliminar o desemprego e restituir aos trabalhadores e ao povo os direitos que lhes foram expropriados.

Abril de 2014

A candidatura do PCTP/MRPP

ao Parlamento Europeu

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Domingo, 6 de Abril de 2014

Uma aula aberta

Sobre o que é a esquerda hoje e muito mais:

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Segunda-feira, 31 de Março de 2014

SAIR DO EURO!

Caros concidadãos,

Na qualidade de primeiro candidato da lista que o PCTP/MRPP irá apresentar às eleições europeias, venho suscitar perante vós aquelas que são indubitavelmente as questões políticas mais relevantes que o sufrágio de 25 de Maio próximo a todos nos coloca. Para além do objectivo específico de escolher os vinte e um deputados portugueses no Parlamento Europeu, estas eleições revestem-se de uma enorme importância política, por várias razões que passo a enunciar.

Desde logo, as eleições europeias podem contribuir decisivamente para derrubar o odiado governo fascista Coelho/Portas e o seu chefe-de-fila Cavaco. Uma derrota esmagadora da candidatura da coligação PSD/CDS em Maio próximo criará condições para que o povo português expulse finalmente esses traidores à pátria dos lugares donde eles continuamente organizam o roubo, a opressão e o massacre dos trabalhadores e do povo, a mando do imperialismo alemão, da banca e do capital financeiro internacional.

Em íntima ligação com este objectivo, as eleições europeias deverão servir também para reforçar um amplo movimento de unidade entre todas as forças democráticas e patrióticas, o qual possibilite a formação de um novo governo que restitua ao povo a democracia, a independência nacional, o emprego, o bem-estar e os direitos que lhe foram expropriados.

Acima de tudo, pela importância crucial de que este tema se reveste para a resolução dos problemas do país, as eleições europeias de Maio serão uma ocasião privilegiada para alargar e fortalecer uma corrente unitária imparável que está em curso, de norte a sul do país, pela saída de Portugal do euro.

O euro é o instrumento através do qual a Alemanha fez de Portugal uma sua sub-colónia e destruiu toda a estrutura produtiva nacional, reduzindo os trabalhadores e o povo a uma situação dramática de liquidação maciça do emprego, de roubos sistemáticos nos salários e nas pensões, de aumentos constantes nos impostos, de um empobrecimento sem fim e de perda gradual de todos os direitos à saúde, à segurança social, à educação, à ciência e à cultura.

Não há hipótese nenhuma de Portugal resgatar a sua independência política e económica e de o povo português recuperar a sua soberania, a sua dignidade e o seu bem-estar se não se sair imediatamente do euro e não for reposta uma moeda própria, um novo escudo, que sirva de instrumento para reequilibrar e desenvolver a economia, assegurar o pleno emprego e garantir uma vida digna aos trabalhadores e ao povo.

O euro está na base do mais grave problema que o país enfrenta no momento actual, que é o problema da dívida pública. A dívida pública é um garrote que asfixia o povo e de que as classes exploradoras se servem para tentar repor uma situação de pobreza e de ditadura sobre os trabalhadores e o povo, em tudo idêntica à dos piores tempos do regime fascista de Salazar.

A dívida pública é impagável, não foi contraída pelo povo nem reverteu em seu benefício. O povo português não deve aceitar pagar nem um cêntimo dessa dívida. Não pagamos! é o grito de revolta, de resistência e de dignidade que nestas eleições europeias, mais do que nunca, se tem de fazer ouvir.

O apelo que dirijo a todos os trabalhadores e a todos os democratas e patriotas é que, daqui até 25 de Maio próximo, cada um, concordando com os objectivos atrás expostos, se torne um agente incansável para os atingir. Junto dos camaradas de trabalho, dos amigos e familiares, dos vizinhos e conhecidos, a hora actual é a de mobilizar todas as forças para uma luta que, sendo dura, será sem dúvida vitoriosa.

           

24 de Março de 2014

Leopoldo Mesquita

 

Primeiro candidato do PCTP/MRPP

às eleições para o Parlamento Europeu

                                                                                          

 

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Sábado, 29 de Março de 2014

Saída do euro, porquê?

publicado por portopctp às 19:05
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