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Domingo, 3 de Fevereiro de 2013

Pode-se avançar, temendo combater o imperialismo?

É com grande frequência, entre as forças populares, que se invoca a necessidade de unidade para o êxito da luta. Mas é evidente que, apesar dessa unidade corresponder a uma das condições do êxito do Povo, não só bastas vezes não se consegue obtê-la como, quando é alcançada, também muitas vezes o êxito não surge. Porquê? Porque é que não se consegue obter a desejada unidade? E quais são as razões pelas quais, quando se alcança a unidade, não é garantida a vitória?

Não cabe aqui dar uma resposta completa a estes problemas. Numa primeira análise, há respostas óbvias que todos têm. Mas não vale a pena ir por aí, pois que, com a certeza da verificação prática ao longo de muitos anos, não está aí a solução.

Fala-se em cedências entre partes, não se fala em aliança de classes ou sequer entre sectores da mesma classe, e quando se fala em aliança, esquece-se muitas vezes o aspecto essencial de uma ligação desse tipo: a obrigação de acorrer em ajuda do aliado quando este precisa, mesmo se não forem os interesses próprios que estejam em jogo para além, é claro, do interesse na unidade.

Este tipo de unidade, não precisa nem de conversações nem de cedências, forja-se na luta! Combater ombro a ombro com o aliado mesmo no interesse único do aliado, é esse o caminho da unidade que interessa. 

Por exemplo: ainda ontem os trabalhadores da STCP de todas as correntes de opinião, efectivos ou contratados, foram capazes de ver um seu interesse comum na oposição ao ataque que lhes foi movido pelo governo de traição PSD/CDS. Todos os sindicatos presentes na STCP e a comissão de trabalhadores convocaram a greve. E foi obtido esse enorme êxito que foi a efectivação da greve a 100%, como já tinha acontecido na última greve geral, nem um carro saiu! Mas, apesar desse êxito na unidade, não houve êxito algum nos objectivos concretos, ou seja, que o AE passe a ser cumprido, nomeadamente nos aspectos remunetórios (passes de trabalhadores, reformados e familiares; diuturnidades e subidas de grupo; horários de trabalho; contratos a prazo; etc.), que não sejam despedidos 200 trabalhadores e que a STCP não seja privatizada. O povo da Área Metropolitana do Porto não tem interesse próprio directo nas remunerações dos trabalhadores da STCP (a não ser, é claro, os comerciantes de quem os trabalhadores são clientes, e os próprios trabalhadores e familiares), mas tem interesse num bom serviço de transporte público de passageiros e, mais que isso, só pode sobreviver se se libertar da opressão pela dívida do Estado a que está sujeito. Nestes dois combates (e em muitos mais) os trabalhadores da STCP são seus aliados objectivos. Deve o povo da AM do Porto ficar passivo ou opor-se à luta destes trabalhadores, ou, pelo contrário deve apoiá-la activamente? Foi o que faltou e o que é necessário. A aliança é isso: se os nossos aliados estão em luta, devemos estar ao seu lado. Não se trata apenas de mostrar solidariedade; trata-se de forjar uma unidade maior, do tamanho suficiente para alcançar vitórias.

Mas a unidade é também um campo do oportunismo. Só com unidade, não se vai lá, muito menos quando é apenas gritada. É preciso um objectivo, e é preciso um caminho. Esse objectivo e esse caminho existem. O objectivo é a sociedade sem classes, o caminho passa, num primeiro passo, pela independência nacional. O inimigo de hoje, sabemos quem é. Enquanto se temer combatê-lo, é impossível avançar!

 

NÃO PAGAMOS!

TRÓICA FORA DE PORTUGAL!

MORTE AO GOVERNO DE TRAIÇÃO NACIONAL PSD/CDS!

GOVERNO DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO!

O POVO VENCERÁ!

 

Org. Regional do Norte do PCTP/MRPP

2 de Fevereiro de 2013

publicado por portopctp às 13:14
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2012

STCP - trabalhadores e utentes: lutar até vencer!

Hoje, valentes motoristas e outros trabalhadores da STCP encetaram uma greve de 24 horas opondo-se corajosamente às práticas anti-trabalhadores, anti-utentes, anti-cidade e ruinosas para a própria empresa em execução e na calha para serem executadas no início do próximo ano pela administração da STCP a mando do governo e da tróica e dando cumprimento ao PET.

O clima de intimidação é tremendo pelo que pequenos descuidos da direcção da luta, como, por exemplo, não levar à discussão prévia com todos os sindicatos a proposta concreta da luta, serve de pretexto para alguns oportunistas não apoiarem a luta concreta sem que percam totalmente a face já que essa situação lhes permite continuarem a dizer que apoiam os objectivos abstractos da luta. Pelo seu lado a menorização dos resultados, transformada em teoria, serve para  justificar a traição de outro tipo de oportunismo que diz “procurar sem encontrar” condições para intensificar a luta e a organização dos trabalhadores.

Convém salientar que este clima de intimidação foi gerado em grande parte pela sementeira do legalismo em prejuízo da educação dos trabalhadores pela luta. É que quando a empresa e a sua administração violam sistematicamente a própria lei sem se ver o seu comportamento sancionado pelos tribunais, quem tem ilusões legalistas ou um respeito supersticioso pelo Estado vê-se sem nada em que se possa apoiar. Não é que não se deva recorrer aos tribunais, o problema é pô-los em primeiro plano e esquecer que o verdadeiro motor da história está na luta de classes.

Igualmente resultante deste clima especial de intimidação é a atitude provocatória da administração de ir “além do PET” numa espécie de cópia da atitude do governo, assumindo para si a ideologia da terra queimada consistente em deixar um deserto e a fome atrás de si.

Além da greve, e com os mesmos objectivos, houve durante a manhã uma manifestação dos trabalhadores e utentes da STCP entre a Praça da República e os Aliados, encabeçada por um cavalo, símbolo do recuo nas formas de transporte que a prossecução das políticas do governo e da tróica, inevitavelmente levará, com o propósito de entregar à CM do Porto um protesto pelos graves prejuízos para os cidadãos gerados pela nova situação de entrega de carreiras a privados, eliminação dos passes da STCP e outras medidas de liquidação do serviço público de transportes. No final, para além de intervenções de representantes dos sindicatos subscritores da greve, STRUN e SITRA, da comissão de utentes, também representantes de partidos políticos, BE, PCP e o PCTP/MRPP manifestaram o seu apoio à luta, tendo o nosso camarada João Pinto proferido pequena intervenção ligando a luta dos trabalhadores da STCP à luta mais geral do povo português pelo não pagamento da dívida e pelo derrube do governo de traição nacional PSD/CDS. 

publicado por portopctp às 22:23
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Quinta-feira, 26 de Abril de 2012

Uma questão de firmeza de carácter

Está nos jornais! E é oficial!

Apesar dos aumentos dos impostos, as colectas fiscais diminuíram. Apesar da austeridade, os valores absoluto e relativo das despesas do Estado aumentaram. Ou seja, todas as contas do governo PSD/CDS saíram furadas. A conclusão de qualquer um seria que, não sabendo fazer contas, o melhor era despedir-se para sempre. Mas não! Insistem em ficar.

Aliás só o governo e a sua “divisão selvagem” de crentes irracionais e incondicionais ainda sustentam que este é um caminho “virtuoso”.

Mas dentro dos opositores também há muita coisa. Há até quem, se estivesse “lá dentro”, fizesse exactamente o mesmo, embora que “violentamente” contrariado.

Há outros, cuja reivindicação principal é renegociar a dívida (suspendendo ou não o pagamento da dita). Serão apenas ilusões? Ponham os olhos na Grécia! Lá os perdões e as renegociações nada de bom trouxeram ao povo grego, pelo contrário, trouxeram mais fome, mais miséria e mais desemprego. Esperam para cá algo diferente? Dizem que sim, se a renegociação for já... e, está claro, se forem eles a renegociar, pois serão muito mais firmes e rectos… como se essa renegociação não fosse apenas uma aceitação da servidão...

Contam que o FMI, o BCE ou a CE tergiversem, reconheçam os “erros” do passado e tenham o “bom senso” de aceitar as “nossas” inteligentes propostas. Mas o único erro que essas entidades reconhecerão é o “erro” de não terem conseguido “sacar” mais e mais para quem as comanda. E o “bom senso” deles não será mais do que força bruta sobre nós.

 E há aqueles, nos quais nos incluímos desde o primeiro momento, que suportam que a única saída favorável à classe operária e ao povo é NÃO PAGAR uma dívida que não foi o povo que contraiu, nem foi o povo que dela beneficiou, que é impagável e que serve unicamente como pretexto para esvaziar o país de recursos.

E no sector dos transportes, como é? O mesmo, simplesmente de forma muito mais agravada.

A consequência dos aumentos das tarifas decretados para os transportes foi, em vez de um aumento, uma diminuição das receitas. A aplicação das medidas do Plano Estratégico dos Transportes (PET), está-se a ver, nem com as “ajudas” da diminuição do preço das horas extraordinárias e dos dias feriados, conseguirá obter os resultados anunciados. Agora não são só os utentes e os trabalhadores a sofrerem: as empresas, que diziam ir salvar através da imposição desse sofrimento aos trabalhadores e utentes que inclui, no caso da STCP, a não observação das condições mínimas legais de segurança na circulação, também verão as suas necessidades de financiamento e dívidas agravarem-se. É o fracasso total de uma política cujos defensores, em vez da dignidade de se demitirem e nunca mais aparecerem, insistem em imporem-se a todos. Têm de ser corridos!

Nestas circunstâncias é fácil perceber que os trabalhadores da STCP tenham de lutar arduamente. E foi isso que decidiram fazer em plenário democrático. Assim, a partir de agora TODOS OS FERIADOS SERÃO DIA DE GREVE e, a PARTIR DE MAIO, NINGUÉM FARÁ HORAS EXTRAORDINÁRIAS.

É preciso força, coragem para enfrentar as pressões da hierarquia (e não só, a pressão económica também é importante e a todos atinge). Pois é! Mas os trabalhadores têm a legitimidade da decisão democrática em plenário e devem aplicá-la. O plenário foi livre, todos puderam participar nele e apresentar propostas. Nestas condições quem não participou foi porque aceitava, à partida, todas e quaisquer decisões desse órgão. Não pode, agora, opor-se à aplicação da LEI do PLENÁRIO, a lei que todos os trabalhadores dignos cumprem e fazem cumprir.

Se esta condição de firmeza de carácter dos trabalhadores é essencial para o êxito da luta, também é verdade que esse êxito só é alcançável derrubando este governo de serventuários da tróica e elegendo um governo democrático patriótico que seja capaz de repudiar a dívida e desenvolver o país. E nisso deve assentar a luta!

MORTE À TRÓICA!

MORTE AO GOVERNO DE TRAIÇÃO PASSOS/PORTAS!

VIVA UM GOVERNO DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO!

24 de Abril de 2012

Org. Reg. do Norte do  PCTP/MRPP

publicado por portopctp às 08:26
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Domingo, 8 de Maio de 2011

Transportes de/para Vila d'Este e Vilar de Andorinho: promessas do governo às urtigas, a luta é o caminho

Da "AP - Associação dos Proprietários da Urbanização Vila de Este" recebemos a comunicação que abaixo transcrevemos bem como prova do envio ao governo-civil do Porto da informação sobre a realização da "MARCHA a PE por TRANSPORTES de/para VILA D'ESTE!". Não é preciso dizer mais nada: a AP e o povo de Vila d'Este têm toda a razão: neste negócio/litígio entre transportadoras quem é atingida é a população que vê perigar a continuação do transporte público com as condições mínimas exigíveis e até agora existentes.

 

1-A  "AP-Associação dos Proprietários da Urbanização Vila de Este" durante audiência concedida pela Camara Muncipal Vila Nova de Gaia na pessoa do Vice-presidente Dr Marco António Costa, no dia 6 de maio, pelas 16H30 foi exposto pela AP:
- Em 2009, o Governo na pessoa da Secretária de Estado dos Transportes garantiu a manutenção das linhas 900 e 905, diligenciar para o funcionamento de uma nova linha, com destino à parte ocidental do Porto, via ponte Arrábida, assim com o desenvolvimento e prolongamento da linha D do Metro até Vila D'Este;
- Não entendemos a falta de transparencia, dialogo e de diligências para atingir o equilíbrio entre as partes envolventes, sem atingir a população que necessita de mobilidade;
- Foram entregues cerca de 1.500 assinaturas, para que o Municipio Vila Nova de Gaia defenda a manutenção das actuais linhas 900, 905 e 907; e
- Regista-se que a concessão da linha 907, é provisória, isto é: 24 meses, término no próximo mês de abril de 2012, NÃO estando garantido a renovação da sua concessão.

2- A Camara Municipal Vila Nova de Gaia disse aos presentes, que quanto à linha 900, compreende a situação, tudo fará, para que o operador privado preserve e assegure os transportes em quantidade e qualidade equivalente ao existente, como a garantia do tarifário e bilhética equivalente aos praticados actualmente.

3-À "AP-Associação dos Proprietários da Urbanização Vila de Este" têm chegado várias mensagens de solidariedade, desde a pessoas candidatas às Legislativas 2011, comunicados diversos do movimento associativo, partidos e de pessoas anónimas.

4-Quanto à "MARCHA a PE por TRANSPORTES de/para VILA D'ESTE!" cumpre esclarecer:
Desde a comunicação da "AP-Associação dos Proprietários da Urbanização Vila de Este" até à hora do inicio da "MARCHA a PE por TRANSPORTES de/para VILA D'ESTE!" não existiu quaisquer informações a autorizar ou desautorizar a mesma, pelo contrário o Governo Civil do Porto teve conhecimento da mesma pelas 10:08:01, sendo destacado duas viaturas de apoio. Somente, passados cerca de 15 minutos das 14H00, o Comando Metropolitano da PSP deu Ordem de desmobilização da marcha por suspeitar da existência de irregularidades nos procedimentos administrativos e nesse sentido exigiu o cancelamento da mesma, a fim de evitar eventuais processos por desobediência à autoridade às pessoas que marcavam presença na marcha. Para todos os efeitos, registaram a identificação pessoal do presidente da AP.
De imediato, existiu um a deslocalização de 5 viaturas do Comando da PSP para controlo da desmobilização da "MARCHA a PE por TRANSPORTES de/para VILA D'ESTE!" em Vila D'Este e simultaneamente para a entrada dos Paços do Municipio de Vila Nova de Gaia, ai com a identificação a uma dos 4 candidatos do PCTP/MRPP à Assembleia da República para as Legislativas 5 de Junho de 2011.
Para a "AP-Associaçãos dos Proprietários da Urbanização Vila de Este" foi apenas um acto descontrolado da hierarquia que comanda as autoridades, chegam ao ponto em considerar válido as queixas anónimas, para evitar a entrada dos representantes dos vários movimentos de utentes e dirigentes associativos na reunião municipal, que previamente e publicamente concedeu durante a manhã do dia 5 de Maio, na pessoa do Vice-Presidente da Câmara Municipal Vila Nova de Gaia.
Compreende-se e tolera-se (obrigatório) esta atitude no momento actual, onde a balança entre o poder económico e o interesse público está demasiadamente desequilibrada para as privatizações em curso e a médio prazo.
A "AP-Associaçãos dos Proprietários da Urbanização Vila de Este" não possui 12 mil milhões de euros para adquirir a STCP e para saldar o passivo actual.

publicado por portopctp às 23:00
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